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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Bye, Bye gesso!

Quatro semanas depois do voo, os braços do Manel deixaram de ser brancos. Agora parecem esparguete, moles e desengonçados. O pior de tudo? Proibição de fazer qualquer desporto nas próximas 6 semanas. Uma tristeza profunda baixou no pequeno Rui Patrício. «Seis semanas? Seis semanas???!!! SEIS SEMANAS????????!!!!!!!!!!!» Como é que alguém sobrevive sem fazer a única coisa que realmente lhe interessa nesta vida durante seis semanas? Com paciência. E a ouvir, da parte da mãe, muitas frases do tipo: «Há meninos que nunca mais na vida podem jogar. Há meninos que nunca mais na vida podem andar. Há meninos que passam meses internados. Há meninos que...»
«Já sei! Já sei! Há gente muito pior do que eu!» - rosnou, consciente mas ainda assim irado, o Manel.
E há. Mas, claro, as dores dos outros podem até doer-nos. Mas não são, nunca serão as nossas.

(Excepto se esses outros forem os nossos filhos. E aí as dores são piores do que se fossem nossas.)

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