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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

As piadas não param!

O Facebook está cheio delas. Eu só me rio com a onda de protestos, de indignações, de transformar o Pingo Doce num monstro fascista, do Dumping, da guerrilha ideológica contra o 1º de Maio... A verdade é que a cadeia de hipermercados deve estar do mais feliz que há: não só vendeu à maluca como conseguiu uma proeza de marketing que dificilmente conseguiria de outra forma qualquer. Não é de agora a frase: «Falem bem de mim ou falem mal... mas falem!»
Eu? Bom, eu por enquanto, tenho a felicidade de não precisar de ficar horas em filas malucas para aproveitar o desconto que era, a bem dizer, muito bom. Odeio confusões, odeio filas, odeio muito. E, por isso, teria de precisar mesmo muito para me apanharem numa destas. Mas como isso pode acontecer num abrir e fechar de olhos (basta que um de nós, casal, fique sem trabalho) não nego que venha a aderir a uma destas iniciativas, no futuro. Se me perguntarem: queres? Epá, não... se fosse possível, não queria ter de me meter nisto. Mas se for preciso... meus amigos! Se for preciso até vendo o corpinho, para alimentar as minhas crias. Por isso... estou à vontade para falar. Tenho muito respeito por quem precisa. Podem acusar-me de tudo, menos de não respeitar os outros.
Tudo o resto são manobras de diversão. E humor. E, claro, muita falta de educação (do pessoal que andou ao estalo por causa de pacotes de manteiga ou de rolos de papel para limpar o traseiro).

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