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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Aniversários de casamento azarados

Ontem, estava já deitada, dei um salto na cama e acendi a luz. O Ricardo ficou a olhar para mim com ar de espanto. Tinha acabado de me lembrar de uma coincidência assustadora.

No ano passado, por altura do nosso aniversário de casamento, tínhamos um fim-de-semana em família marcado no Alentejo. E... o Manel teve uma complicação de saúde precisamente na véspera. Era meia-noite quando estávamos a desejar "Parabéns" um ao outro, à porta do hospital, para depois eu voltar para dentro porque ele ficou internado no SO (e passei a noite ao lado dele, num cadeirão). O Ricardo teve então de desmarcar uma entrega de 204 rosas (uma por cada mês de casamento) que tinha previsto entregar no Alentejo. E a entrega acabou por ser feita no dia seguinte, já em casa, depois de o Manel ter alta. (ver AQUI)

Este ano foi o Mateus a cair da cama e a partir a clavícula, na madrugada de dia 20 de Maio. E, para não variar, lá fui eu para o hospital. Pelo menos foram hospitais diferentes: no ano passado foi Santa Maria, este ano Estefânia. 

 

Acreditando em mensagens do universo... que ilações tirar? Que este casamento é um acidente? Que não podemos celebrar? Que somos burros e devíamos era pôr-nos na alheta sozinhos e deixá-los por cá que assim, ao menos, não festejávamos nos hospitais? 

Dúvidas. Muitas dúvidas.

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