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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Aniversário

É o segundo ano consecutivo que não faço festa. Desde que me conheço que sempre fiz grandes festarolas, mas nestes dois últimos anos não me deu para isso. Cansa-me pensar na logística toda, nos convidados, nas listas dos que vão, dos que não vão, dos que ainda estão a pensar, na escolha do restaurante, nas ementas, numa eventual animação... e depois o próprio dia: ter de dar atenção a todos, como num casamento, andar pelas mesas a distribuir sorrisos, a ter a certeza que tout va bien, que há vinho, que fulano está sentado perto dos que conhece e não sozinho onde ninguém o integra, que sicrano não está próximo de beltrano porque não se gramam nem com molho de tomate, sem falar da certificação mais do que necessária hoje em dia de que existe opção vegetariana, vegana, sem glúten. Quando começo a elencar tudo o que é preciso... desisto. 

Fiz anos no domingo e o meu presente de mim para mim foi levar os cá de casa ao brunch do Olivier Avenida (tãooooo bom!) e a seguir rumar até casa e enfiar-me no sofá a ver a minha série do momento: O Método Kominsky (obrigada, Ana!). À noite jantámos fondue, que adoro, e pronto. Feito! O Ricardo diz que só voltei a ficar com a minha cara de sempre quando foi meia-noite e o meu aniversário já tinha passado. Não é que estivesse aborrecida, porque sempre gostei de fazer anos. Adoro estar cá, gosto de celebrar o facto de estar vivinha da Silva. Mas... este ano não estava com feitio para mais. Bom, no ano passado também não, o que pode significar uma nova forma de celebração. Em calhando é mesmo isto envelhecer. Preferir o pijama e uma série a uns saltos altos e uma festa de arromba. Dito assim parece deprimente. Mas olhem que pode ser bem reconfortante. Palavra de idosa. :)

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