Acordo. Preparo-me para ir acordar os miúdos. Vou ao quarto dela. Não a vejo. Não está. Onde se terá metido? Vou ao quarto deles. E é lá que a encontro, aninhada na cama do Martim, seu amor tão grande. Não sei quando terá ido para o quarto do irmão. No início da noite, a meio, ou mais pela manhã. Sei que dorme, profundamente, a seu lado. Há muitas coisas que me fazem feliz (sou uma fácil, na verdade). Mas este amor de irmãos está, sem dúvida, no topo da lista.
Esta noite sonhei contigo! Já não me lembro muito bem do sonho, só me lembro que às tantas, estavamos na sala de espera de um sítio qualquer e me disseste que estavas grávida e que ainda era segredo :-)
Delicioso este post. Sabes sempre transmitir-nos o amor. Emanas. Nunca me esqueço de um post que escreveste sobre a Mada quando ela dormia e te aninhavas junto dela... Recordo-o sempre que me falam do dia da mãe... Quando se sente, se percebe a dimensão do amor, e que nos demonstras tão bem, os nossos corações e as nossas almas ganham um sorriso ainda maior. Gostamos de ti e de vcs todos, Sónia. Obrigada. Beijinhos
Na Madeira o Martim é que a pegou ao colo, esta noite ela foi para cama dele... Que bonito de se ver. E ainda me lembro do drama que foi quando a Mada nasceu. Beijinhos
Recordo-me de passar pelo mesmo, eu a ter um pesadelo e fui a meio da noite para a cama do meu irmão, ano e meio mais velho, crescemos inseparáveis, agora adultos a coisa mudou :(