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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Amamentar em público?

Uma leitora perguntava-me o que é que eu achava de amamentar em público. Se o fazia, como é que o fazia, se despudoradamente ou com recato. E eu respondo: faço-o em qualquer lado, no parque de estacionamento, no centro comercial, no café, no restaurante, onde for. Se meto a mama de fora e cá vai disto? Não exactamente assim. Pego numa fralda e ponho por cima, não tanto por vergonha, mas porque acho que ninguém tem de ver o que não quer, ou sentir-se incomodado com o meu desembaraço. Mas não fico obcecada com a possibilidade de se vislumbrar alguma coisa, se acontecer paciência. Basicamente, lido com o assunto da mesma maneira que lido com todos os assuntos: sou prática e desenrascada, sem stresses ou filmes. E gosto. Gosto mesmo de bastar aos meus filhos. Acho bonito, animal, perfeito. Mas atenção: sem fundamentalismos. Se houver dor que não passa ou que é insuportável, desconforto, se for uma tortura (física ou psicológica) para a mãe, se não estiver a resultar por qualquer razão… há biberões excelentes no mercado. E leite em pó. Tudo menos mães deprimidas só porque meteram na cabeça que TÊM de amamentar. Essa ditadura, como todas as outras, não faz bem a ninguém.

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