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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Ainda sobre o filme

Eu e o meu filho maior fomos ver o 007. O pai e os outros dois foram ver o Paranorman (um bocado ao engano, que pequena Mada ia-se borrando de medo com fantasmas e zombies e o diabo a sete).
Estar ali no cinema ao lado do meu filho grande, a um dia de fazer 11 anos, foi bom, comovente quase. De vez em quando olhava-o e não o reconhecia. Quem és tu, miúdo giro, aqui sentado ao pé de mim? Tão grande. Com desodorizante debaixo dos braços e uma borbulha grande no queixo. Com umas botas que me servem e uma camisa de 14 anos vestida. Tão grande. Tão companheiro. A rir nas piadas e a saltar na cadeira com as explosões. Contente, no seu novo estatuto. Ele a ver um filme de gente crescida, enquanto os irmãos viam um filme de gente pequena. Distinto. Especial. Tão boa, esta fase. Tão bons, estes momentos.

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