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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Acabei - parte II

Vou ali beber um copo de água e comer uma cenoura, para comemorar!
(nem um champanhe dá para beber, caramba, raios partam ser gorda!)

Pensei que ia sentir um alívio capaz de me fazer chorar mas não.
Creio que o medo de que ainda não esteja bem seja ainda superior ao alívio.
Este livro trouxe-me uma triste revelação: dificilmente terei capacidade para escrever um romance. Se com este livro, que é uma espécie de reportagem gigante, fiquei farta até aos olhos, num romance haveria de matar todas as personagens, a certa altura, simplesmente por não estar mais para as aturar.
Sou demasiado impaciente para tarefas longas (com a honrosa excepção do meu casamento, mas isso também não é bem uma tarefa...).
É por isso que o jornalismo me serve como uma luva. Mesmo quando há trabalhos maiores, é tudo fast enough.

Bom,  venha de lá a água e a cenoura, então!
Cheers!

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