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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

A única coisa má do tempo bom

É a aparição, ao fim do dia e à noite, das odiadas baratas na zona onde vivo (felizmente, só na rua, porque se me aparecessem dentro de casa já me teria mudado)

Já sei que, por estes dias, vou ter de olhar 100 vezes antes de sair de casa, antes de dar um passo, antes de abrir a porta.

Ontem foi o primeiro dia deste pesadelo que dura até à chegada do tempo frio.

Fomos jantar fora e, quando chegámos à garagem, estava lá, numa parede, uma barata do tamanho de uma osga.

Só quem tem fobias compreende o que isto significa.

Para mim significa ficar dentro do carro, com as mãos na cabeça, a transpirar.

E mesmo depois de alguém a matar (eu sou incapaz de matar o que quer que seja - nem moscas, nem melgas, nem formigas - devo ter uma alma budista), significa ficar a tremer e a ter muita dificuldade em sair do carro.

Não há bela sem senão, já diz o ditado.

Para mim é: não há verão sem baratão. O que é uma pena.

 

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