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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

A minha sósia e eu



Sempre. Mas sempre, sempre, sempre.
Sempre que esta senhora aparece na televisão, sempre que a televisão passa um filme em que ela tenha entrado, no dia seguinte é tão certo como o dia ter 24 horas: toda a gente me diz a mesmíssima coisa:
- Epá, ontem estava em casa e, de repente, vi-te num filme! É que eras tu! É que eras mesmo! É que era impressionante. Incrível, pá.
E eu, que ao princípio não a conhecia pelo nome, passei a saber de cor o nome e o apelido. Porque até eu - e todos sabemos como é raro acharmos que somos parecidos com alguém -, até eu, dizia, acho que é verdade. Sou realmente parecida com a Jeanne Tripplehorn (em menos gira, vá). Hoje, no canal Hollywood, lá estava ela, a fazer de psiquiatra maluca no Instinto Fatal. Amanhã é certinho que alguém me vai dizer:
- Epá, ontem estava em casa e, de repente, vi-te num filme! É que eras tu! É que eras mesmo! É que era impressionante. Incrível, pá.


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