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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Mateus, o papagaio

Ontem ao jantar, o Mateus insistia em fechar a boca. Não queria comer. O costume, porque cedi no lanche tardio, feita burra.

Comecei a bufar. "Come, Mateus". "Abre a boca, Mateus". "Vais de castigo, Mateus".

Às tantas, ele exclamou algo que já deve ter-me ouvido dizer mil vezes:

- Mas que desespero! Que de-ses-pe-ro!

Estive uns 5 minutos a rir para dentro

 

 

Hoje, a caminho da escola, vimos um carro da polícia.

- Olha! Um carro da polícia! - alertou, de dedinho em riste.

- Pois é! - concordei eu.

- Oh... está como o do Mateus... - disse, de olhar desolado.

- Como o do Mateus? Como assim?

- Sem pilhas. Não faz ti-nó-ni. Está sem pilhas.

 

 

Como alertar os nossos filhos sem, no entanto, os tornar descrentes na Humanidade?

No outro dia a CPCJ foi à escola da minha filha Madalena alertar para a violência na infância. A actividade era livre, só ia quem queria, e eu achei que era importante ela ir. 

Quando voltou a casa, perguntei como tinha sido, o que tinha aprendido, que coisas gostaria de destacar. E foi então que ela me explicou que "não podemos confiar em ninguém a não ser nos nossos pais". Que "mesmo os nossos familiares próximos podem querer fazer-nos mal" e que temos de estar muito atentos e não dar confianças. "Por exemplo, imagina que o senhor da papelaria ou da mercearia, que nós já conhecemos há muitos anos, nos diz para irmos lá a casa, ou lá dentro da loja, que tem lá um passarinho muito giro para nós vermos! Não podemos ir nunca! Ele pode querer fazer-nos mal." E depois, concluiu com uma verdade que é sempre arrepiante: "Sabes que a maior parte dos casos de violência sobre as crianças é feita por alguém muito próximo. Alguém que a criança conhece muito bem. Um familiar, um amigo."

Estava a lavar-lhe o cabelo e não consegui deixar de sentir um aperto na garganta.

É claro que é muito importante deixar o alerta nas crianças para que não vão a parte alguma com estranhos, para que não confiem num adulto só porque ele é adulto, para que não pensem que "os maus" têm uma verruga no nariz adunco e uma gargalhada maléfica. Há "maus" em todo o lado, e sim, podem mesmo ser nossos conhecidos de sempre. Mas... qual a fronteira a estabelecer para que não criemos crianças assustadas, aterrorizadas, incapazes de confiar em quem quer que seja? Como passar esta mensagem sem que fiquem eternamente a olhar por cima do ombro, à espera que ao primeiro deslize o senhor da mercearia os leve para lhes fazer mal? Ou o primo que conhecem desde que nasceram? Ou o pai da amiguinha? Ou o avô?

Não sei propriamente a resposta mas fiquei muito inquieta com isto. Não devia ser preciso ter estas conversas com os nossos filhos. Não devia ser preciso pô-los, tão cedo, de sobreaviso em relação às pessoas. A todas as pessoas. É muito triste que assim seja. Muito triste mesmo.

Não respire

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"Há palavras que se tornam estigmas, condenações, tabuletas na testa de quem subitamente é forçado a viver com elas. Mais de 30 anos a viver com elas. Mas de 30 anos de jornalismo a conviver todos os dias com palavras e os seus significados, podem ainda assim deixar de fora esta ideia, na premissa de que as palavras são todas iguais. Não são e essa foi a primeira surpresa que tive."

 

Este livro começou a ser escrito no momento em que o Pedro acordou com uma palavra a mais na sua vida. A palavra cancro.

Foi escrito no ano mais difícil da sua vida mas não é um lamento - o Pedro não era pessoa de lamentos. É um retrato de um combate, é a recordação de uma vida, é a constatação de que o cancro pode tê-lo levado mas a última palavra é a sua. Ele pode não estar cá fisicamente mas está nos livros que escreveu, no magnífico trabalho que fez, no contributo que deu para o jornalismo, no filho extraordinário que deixou, e na vida de todos os que o amavam. 

 

Dia 21 de Maio, às 18h, no Museu da Electricidade, o Miguel Esteves Cardoso, o João Gobern, o Edson Athayde e eu vamos apresentar este livro. Estou certa de que ele gostaria muito que todos os que gostavam dele, fosse pessoal fosse profissionalmente, estivessem presentes.

A vida, esse jogo de sorte ou azar

Há dias em que fica difícil compreender isto da vida. Dias em que não encaixa que coisas más aconteçam a pessoas boas, repetidamente. Há dias em que nada parece fazer sentido. Absolutamente nada. A aleatoriedade de tudo assemelha-se a uma lotaria em que alguns perdem vezes seguidas, sem que consigamos encontrar uma razão válida para que isso aconteça. Na verdade, isto é mesmo uma lotaria. Não há causa-efeito, não há culpa, não há bondade, não há nada que nos valha. Não, não é verdade que se formos bons o universo nos devolva em dobro. Não, não é verdade que se formos maus o karma ou o destino ou o raio que o parta se encarregue de nos punir. Se assim fosse, era justo. Se assim fosse, fazia sentido. Mas não. Nada disto faz sentido. É tudo uma questão de sorte ou azar.

Lembro-me sempre daquele dia em que estava a fazer uma reportagem sobre estudantes de Medicina, no Hospital de Santa Maria, e estava a acompanhar uma aula prática de neurologia. Tratava-se de uma consulta, e os estudantes assistiam, e o médico explicava o que se ia passar. Antes de entrar o doente seguinte, o professor disse, apontando para uma imagem intra-craniana computorizada: "Agora vai entrar este senhor. Tem um cancro na cabeça, num sítio não operável. Não tem hipótese." O meu colega fotógrafo ficou muitíssimo perturbado. Notei-lhe no movimento corporal, no semblante, na inquietude das mãos. Até que não se aguentou mais e perguntou: "Havia alguma coisa que este senhor pudesse ter feito ou não ter feito para evitar este desfecho?" O neurologista olhou para ele, sorriu e respondeu: "Não. Ele simplesmente teve azar."

E é isto, a vida. Sorte ou azar. Independentemente de atitudes, gestos, benevolências, crenças, desejos, esforços, vontades. Sorte ou azar. Uns têm sorte. Outros azar. 

Há dias em que, sinceramente, nada disto faz sentido. 

 

(está tudo bem cá em casa, infelizmente nem tudo está bem noutras casas onde o nosso coração também mora)

 

Martim: recuperação espectacular

Confesso que até tenho medo de dizer aos sete ventos que o rapaz está curado, que eu não creio em bruxas pero que las hay...  O Martim teve uma lesão complicada no ligamento cruzado anterior, que fica ali no joelho, e todos sabemos - mesmo sem sermos médicos - que os joelhos são sempre uma dor de cabeça. Fez a lesão num treino em Janeiro ou início de Fevereiro (já não me lembro bem), e a ortopedista mandou fazer muita fisioterapia. Recorri aos serviços da Fisiolar porque com a vida que tenho, com filhos em actividades múltiplas, a horas distintas, e em locais diversos, achei que era o que fazia mais sentido. O que eu não sabia era que ia correr tão bem. A fisioterapeuta que nos calhou, a Sofia, foi espectacular. Não só trabalhou o problema em si, com massagens e choques e outras coisas que não sei reproduzir, como depois trabalhou a parte de reforço muscular e equilíbrio, essenciais para que o regresso à vida normal (e ao desporto) não fossem muito abruptos mas já levassem ali uma boa dose de preparação. O facto de estar em casa foi mais de meio caminho andado para a recuperação. Deitado na sua cama, a fazer tudo na sua zona de conforto, parecendo que não faz muita diferença. 

Na semana passada o Martim voltou à ortopedista e ela, depois de o avaliar, deu-lhe alta. Mexeu, dobrou, fê-lo saltar, agachar, e ficou muito satisfeita (e diria até impressionada) com a evolução que ele fez. Ora, isto só foi possível porque, de facto, houve ali um bom trabalho.

A Fisiolar não me paga para fazer publicidade mas eu faço questão de a recomendar a todos os meus familiares, amigos e a todos os que me lêem. A empresa não está apenas em Lisboa (como às vezes acontece) mas em TODO o país. E trabalha 7 dias por semana. Os serviços incluem um médico fisiatra ao domicílio, tratamentos de fisioterapia (que não são apenas ortopédicos mas também fisioterapia respiratória pediátrica, fisioterapia respiratória geriátrica, drenagem linfática, reabilitação pós-operatória, fisioterapia pós-AVC, fisioterapia para doença de Alzheimer, Parkinson, Esclerose Múltipla, Paralisia Cerebral, torcicolo congénito do bebé, preparação para o nascimento, recuperação pós-parto, pilates clinico, tratamento da incontinência urinária), terapia da fala, terapia ocupacional, nutrição, psicologia clínica, e ainda enfermagem (higiene a acamados, injectáveis e soros, algaliação e lavagem vesical, tratamentos, pensos e suturas, etc).

A gama de serviços ao domicílio é impressionante, e se forem tão bons como a fisioterapeuta Sofia foi para o Martim... então podem realmente ajudar muita gente.

Outra das coisas boas é que se pode marcar tudo online. Marcações, desmarcações, tudo pode ser feito sem sair do lugar.

Aproveito para deixar aqui um vídeo que eles têm, que acho que resume tudo muito bem. Muito, muito obrigada, por me terem posto o puto direitinho outra vez! Espero nunca mais precisar de vocês, sou franca. Mas se vier a acontecer (o que, atendendo à tendência dos meus filhos para se partirem ou entortarem, é o mais provável) não vou pensar duas vezes. 

 

 

Aqui a "avó" pede a vossa atenção

Meus amores, meus docinhos (em jeito de avózinha amorosa), sentem-se aqui à minha beira. Sim, cheira a bolinhos, estão no forno, comemos a seguir, está bem? Então... aqui há uns tempos tinha visto uma publicação no Facebook de Bumba na Fofinha explicando que o Facebook tinha alterado o algoritmo e agora ia passar a mostrar-vos mais posts dos vossos amigos e menos de páginas onde fizeram "like". A seguir, ela deixava as instruções para que não nos desaparecesse dos feeds, e eu, obediente, segui os passos todos (porque não queria nada que ela me sumisse do feed), esquecendo-me de que eu também possuo uma página e que, portanto, sofreria do mesmo mal com as alterações feitas no Facecoiso.

Atentem que a Bumba fez este post em Janeiro (Ja-nei-ro!) e só agora, em Maio, me caiu a ficha. Prova de que a idade prega mesmo partidas à gente, e as sinapses já não trabalham da forma lesta como trabalhavam antes. 

Sendo assim... é agora a minha vez de vos alertar para este facto, deixando algumas sugestões para contornarem o sacana do novo algoritmo Zuckerbergiano:

- Na página de Facebook "Cocó na Fralda", cliquem onde diz “A Seguir” e seleccionem “Ver Primeiro” (desta forma, Cocó surgirá como prioridade no vosso feed)

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A avó gosta muito de vocês... seus marotos! Não querem que a avó desapareça dos vossos feeds, pois não? Depois não há bolachinhas...

E já agora lembrar que a pessoa também está no Instagram (https://www.instagram.com/coconafralda/). É que a avó sou eu mas vocês às vezes também podem esquecer-se...

Obrigadaaaaaa!

Prova de vinhos do Tejo (todos de mulheres)

Sempre que vou a uma prova de vinhos deparo-me com a tortuosa questão de cuspir os vinhos.

Eu sei, eu sei, os especialistas não os podem beber porque estão ali a trabalhar, a avaliar os vinhos para depois lhes darem pontuação ou escreverem sobre eles, e mesmo que bebessem apenas um gole de cada um a verdade é que são geralmente muitos! E mesmo um gole de cada um, ainda que possa não embebedar, poderá seguramente toldar-lhes os sentidos do olfato e do paladar, o que não lhes permitiria um juízo correcto.

Porém... eu não sou especialista, meus amigos. Sou apenas uma apreciadora. E, por isso, tratei logo de avisar quem me convidou que, sendo 16 vinhos, o mais certo era ficar "trêbeda", mesmo que só engolisse um gole de cada um. Mas cuspir... NUNCA! Além de achar pecado cuspir o néctar dos deuses, também tenho de confessar a minha repugnância pelo acto de cuspir em geral, mas à mesa em particular. Não consigo, tenham paciência. E até observar quem cospe me deixa nauseada. De maneira que, sempre que ao meu lado os especialistas cospe, eu fecho os olhos e, em certos momentos, tapo discretamente os ouvidos (porque alguns fazem um som muito... particular a cuspir  Resultado de imagem para emoji nojo).

 

De qualquer modo, esta prova interessou-me por serem enólogas e produtoras de vinhos do Tejo. Ou seja, só mulheres. O mote era o mês de Maio, mês de Maria, nas vésperas do Dia da Mãe, num restaurante chamado "Mãe - Cozinha com Amor", na Rua Dona Estefânia. Achei: ora aqui está uma boa ideia, bem embrulhada, sim senhora.

O convite veio da parte de Luís de Castro, presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVRT), e revelava o intuito de mostrar a diversidade que existe na região, mas privilegiando a sua identidade.

O programa começou às 11h, com a prova comentada de vinhos do Tejo (um vinho por enóloga/produtora), prova essa que se estendeu até às 13h, e seguiu-se um almoço.

 

Eis as enólogas e produtoras de vinhos do Tejo que estiveram presentes e respectivos vinhos em prova:

- Rita Conim Pinto - Minoc

- Mariana Cândido (não compareceu mas foi representada por João Silvestre, da CVRT) - Vale de Lobos (Quinta da Ribeirinha)

- Élia Vitorino - Badula Colheita Seleccionada (Quinta da Badula)

- Martta Reis Simões (não compareceu mas foi representada por Márcia, da equipa de Marketing da quinta) - Marquesa de Alorna Grande Reserva (Quinta da Alorna)

- D. Teresa Schonborn (não compareceu mas foi representada por João Silvestre) - Padre Pedro Reserva (Casa Cadaval).

- Joana Silva Lopes - Falcoaria Vinhas Velhas Branco (Casal Branco)

- Verónica Pereira - Casal do Conde Rosé Touriga Nacional (Casal do Conde)

- Sílvia Canas da Costa - Clarete (Quinta da Lapa)

- Chimene Geitoeira - Canto da Vinha (Sivac)

- Teresa Nicolau - O Mordomo (Solar dos Loendros)

- Anca Martins - Casatelo Templário (Casal Martins)

- Rita Vidal - Casal das Freiras Reserva (Casal das Freiras)

- Alexandra Mendes - Maximo's Grande Escolha (Alveirão)

- Antonina Barbosa - Falua Reserva Unoaked (Falua)

- Margarida Falcão Rodrigues - Casal da Coelheira Private Collection (Casal da Coelheira)

- Luísa Paciência - Paciência Moscatel (Casa Paciência)

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Gostei de ouvir a história de todas, de escutar as descrições sobre cada vinho, com aquelas referências à cor (granada, rubi, etc), aos aromas (fino, frutos vermelhos, madeira, etc) e gostei de ir ouvindo os comentários dos provadores ao meu redor, capazes de perceber se o vinho tinha estagiado em cubas de inox ou de madeira, e com imensas perguntas e obserevações que jamais me ocorreriam fazer. 

Cada vinho tinha o respectivo preço à frente e eu fui experimentando todos, dando apenas um golinho e despejando o resto (crimeeee) na cuspideira que tinha à minha frente. Às tantas senti que já estava mais soltinha e comecei a dar-lhe na água forte e feio, para não transformar a prova numa borracheira.

E qual foi o vinho de que mais gostei, qual foi?

Pois bem... o mais barato de todos: Canto da Vinha (Sivac), a 2,58€. Alguns especialistas ali perto ficaram indignados com o preço, outros disseram coisas como "a este preço não há milagres!" e eu a sentir-me um calhau com olhos, porque gostei mesmo do vinho. Às tantas, felizmente, houve uma voz que se levantou para dizer que aquele vinho era "muito correcto" e que esperava que, para exportação, aumentassem consideravalmente o preço. Eu achei-o tão bom que, quando chegou a hora de almoçar, foi o único de que me servi (mas gostei de vários - tenho nos meus apontamentos alguns vinhos com sinais +). De qualquer modo, ouvi os connaisseurs dizerem muito bem do Falcoaria e do Maximo's.

E pronto. 

Não sei se quem me convidou esperava aqui uma análise incrível sobre acidez, notas tropicais ou médios prolongados na boca... mas o meu parco conhecimento não dá para tanto. Limito-me a gostar de vinho e, pelos vistos, nem precisa ser caro! 😂

 

Telefone estragado no Dia da Mãe

No Dia da Mãe fomos almoçar a um sítio que eles adoram (e nós também). Foi na Mercantina do Chiado que nasceu a designação de um dos meus grupos de amigas (Pannacottas), foi lá a festa de aniversário-surpresa da minha querida Inês, é lá que vamos muitas vezes em família. Enquanto esperavam pelo almoço e, mais tarde, pela sobremesa, os miúdos brincaram ao "telefone estragado". Para quem não sabe o que isso é (quem não?), trata-se de dizer uma frase ao ouvido de um, esse receptor tem de repetir a mesma frase (ou o que tiver entendido dela) ao próximo, e assim sucessivamente até que o último receptor tem de dizer em voz alta a mensagem que lhe chegou. A ideia é ver se a frase final é igual à inicial. O mais giro é quando são totalmente distintas. 

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No final, as sobremesas vieram com um cartão com a palavra "Mamã" recortada e um coração, para que as crianças pudessem preencher as letras recortadas com açúcar em pó ou canela e, depois, ao remover o cartão, a palavra e o coração ficassem inscritos no prato. Sweet! 

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Dia da Mãe

Gosto de fazer muitas coisas na vida. Não conseguiria (mas nada contra) ser apenas mãe. Não ter um trabalho, ou vários, não ter outras formas de realização, ser apenas através deles que me preenchesse. Mas, quando penso em tudo o que já fiz, e em tudo o que foi a minha vida até agora, tenho a certeza absoluta que eles foram o melhor que fiz. É principalmente ao olhá-los que penso que, se tivesse de quinar agora, já tinha valido a pena. Mas, já agora, se puder ser, quero cá ficar até ser muuuuuito velhinha e eles também já idosos também. 

Não me esqueço de todas as mulheres que querem muito ser mães mas ainda não conseguiram. Espero que chegue depressa a vossa vez. 

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 Fotos: After Click