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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

...

Uma pequena reflexão:
Uma pessoa está aflita porque tem de entregar um texto. À rasca, mesmo, porque já o devia ter entregue e porque não tarda tem de sair para Oeiras, onde vai ter uma entrevista.
Nisto, outra pessoa pede-nos o favor de imprimirmos uma cena, que não é urgente. Explicamos que terá de ser ao fim do dia porque o computador onde estamos a trabalhar desliga-se mal o tiramos da corrente e a impressora está numa divisão diferente da casa e depois reiniciar não reiniciar era coisa para demorar uma eternidade, atrapalhando ainda mais o stress em que nos encontramos - que já é muito.
O que é que acontece? Deixo-vos 3 hipóteses:
a) A pessoa diz: «Claro que sim, isto não é urgente, quando puderes diz»;
b) A pessoa fica furiosa porque, apesar daquilo que quer imprimir não ser urgente, tinha decidido que ia nesse preciso momento pô-la no correio;
c) A pessoa lastima o stress em que a outra está e até se oferece para ajudar em alguma coisinha que seja preciso.

Então? Acertaram? Será a A? Será a B? Será a C?
A resposta certa é.... a B!
Portanto, quando alguém vos pedir alguma coisa, ainda que não seja uma emergência, larguem tudo. Se estiverem a fazer um xixizinho... venham a pingar. Se tiverem um texto para entregar, que vai sair no jornal no dia seguinte... esqueçam! Qual é a importância que isso tem???

Ai, filhinhos, a sério. Há dias em que mais vale um gajo (no caso, uma gaja) não sair da cama.

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