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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Mitosyl continua a crescer

Depois da pomada para os rabinhos, da loção de calamina, depois do bálsamo para os primeiros dentes (que, tal como a pomada, resulta MESMO!), depois do creme hidratante, eis que surge o protector solar. A Mitosyl não pára de crescer e, se continuar com a mesma qualidade que tem tido até aqui, este é um caminho que tem tudo para correr muito bem.

Recebi o protector solar cá em casa (obrigada Mitosyl!) e, em breve (a contar os dias....), vou poder dizer se é tão bom como os outros produtos de que já fiquei fã.

Mitosyl Protector Solar SPF50.png

 

 

 

Eu sou uma máquina

Já conhecem a campanha "Eu sou uma máquina"?

É uma campanha criada pela AJDP (Associação de Jovens Diabéticos de Portugal) com o apoio da Roche.

Esta campanha pretende sensibilizar a população para a diabetes tipo 1 - muito comum em crianças e jovens - e mostrar que as pessoas com esta condição não têm limitações por causa desta patologia.

Todos somos “uma máquina” a fazer alguma coisa e o convite é extensível a todos: escrevam no facebook da campanha aquilo em que são uma máquina. Por cada participação é doado 1€ à AJDP.

Eu já participei!

www.facebook.com/eusouumamaquina

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Corrida Terry Fox

A Corrida Terry Fox está de volta a Portugal e faz 20 anos.

A corrida solidária, promovida pela Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), tem como principal objetivo angariar fundos para financiar bolsas de investigação científica em oncologia. Pretende, igualmente, sensibilizar a população para a temática do cancro e relembrar a história inspiradora de Terry Fox, mantendo vivo o seu sonho: encontrar a cura para o cancro.  

Terry Fox, um jovem de 21 anos, amputado da perna direita para travar uma dura luta contra o cancro, decidiu cruzar o Canadá, de costa à costa, para angariar fundos para a sua causa. Conseguiu apenas percorrer 5.373 quilómetros do objetivo de 8 mil, mas deixou uma mensagem para aquela que viria a ser a “Maratona da Esperança” – nunca desistir. A aventura comoveu o mundo e a mensagem perdura.

 

Em Portugal, através da LPCC, já foram realizadas 19 edições e atribuídas 52 bolsas de investigação. A 20ª edição decorre no próximo dia 27 de junho, pelas 19h, no Parque das Nações, num percurso de 7Km. 

 

Se não tivesse uma festa de uma pessoa que amo de paixão juro que não perdia esta corrida.

Mas não percam, se puderem.

Ajudar a investigar esta maldita doença que leva tantos dos que amamos é uma urgência. 

Mais informações AQUI.

Paris III

No dia da partida, como só íamos à noite, ainda deu tempo para muito. 

Para começar, deu para estarmos um bocadinho no terraço da casa, a dar a sopa ao Mateus e a usufruir daquela vista tipo miradouro. Foi realmente excelente termos optado por uma casa e não por um hotel. Não só pelo Mateus e as suas sopas mas porque, realmente, vive-se a cidade de forma diferente. Fizemos três jantares em casa, o que permitiu poupar uns trocos (cada jantar em restaurante com esta malta toda não sai propriamente barato). Sentimos o pulsar dos que lá vivem e não apenas dos turistas que passam. Percebemos um pouco da vida de bairro (a lavandaria ao lado, as padarias, o supermercado, a escola), conhecemos os vizinhos. Foi mesmo bom e sem dúvida a repetir.

Depois, saímos dali e fomos até ao Centro Georges Pompidou.

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 E, claro, também tínhamos de os apresentar à fonte Stravinsky, mesmo ali ao lado.

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Depois do almoço, fomos buscar as malas e... começou a loucura. Apanhámos não sei quantos metros, com as malas e com o carrinho do Mateus, gente e gente e mais gente a empurrar, na Gare du Nord julguei que não conseguíamos sair da carruagem tal era a quantidade de gente a bloquear a porta (e até combinei com todos: "se alguém ficar para trás sai na próxima estação e espera, que nós vamos lá buscá-lo"), o Manel foi o grande ajudante a acartar com o carrinho do Mateus, nós sempre a olhar à volta e a contar (um, dois, três, quatro, ok, estão todos). De caminho, uma amiga tinha-me pedido para lhe trazer uma malinha Louis Vuitton e eu em pânico, com medo que alguém me desse um puxão... de maneira que quando chegámos ao aeroporto respirei de alívio: estávamos todos, ninguém tinha ficado para trás, tínhamos chegado a horas, com as malas todas (e também a malinha preciosa). Uffff. Só faltava que o avião não caísse e estava tudo perfeito.

E não é que não caiu?

Foi mesmo bom. 

O Mateus está tão cansado que, a esta hora (meio-dia), ainda dorme. 

Paris II

No segundo dia extra-Disney continuámos o passeio. Andámos nos Bateaux Mouches, chorámos a rir com a fuçanga dos chineses que nos empurraram à bruta para conseguir o melhor lugar dentro do barco e voltámos a chorar a rir porque sempre que passávamos por debaixo de uma ponte (e são muuuuitas pontes) eles gritavam como crianças felizes (não deixando ouvir nadinha da explicação em várias línguas).

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 Na lindíssima ponte Alexandre III

 

Depois do passeio, subimos à Torre Eiffel. 

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 E, na descida, houve quem não resistisse a andar num típico carrossel parisiense.

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Andámos, andámos, andámos.

No metro, era a loucura. Há sempre escadas, nem sempre rolantes, de maneira que andámos o tempo todo a carregar com o carrinho do Mateus para trás e para a frente.

O Martim fartou-se de encontrar dinheiro. De resto, quer-me parecer que isto é malta que não dá valor a moedas. Ah, e tal, moedas, o que é isso? Porquê? Ora atentem:

O Martim encontrou um monte de moedas na saída dos trocos das máquinas que vendem alimentos (e que estão por todo o lado). Também encontrou outro monte de moedas no chão, na rua. E, por último, aconteceu-nos esta coisa linda: no guichet para comprar os bilhetes do metro, a funcionária recusou 40 cêntimos em moedas pretas. Só repetia, com o ar mais enojado do mundo: "non, non, non, non, non". E empurrava as moedas e apontava para a moeda de 1 euro, como se só aquilo tivesse valor de dinheiro. Hilariante.

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Paris I

O primeiro dia extra-Disney foi perfeito. 

Andámos a pé horas a fio e só tenho a dizer que os meus filhos são os maiores porque aguentaram tudo sem um pio de protesto.

Em primeiro lugar explorámos Montmartre, o "nosso" bairro. Saímos de casa, da Rue Caulaincourt, e fomos até ao Sacré Coeur, e depois até à inesquecível Place du Tertre. Dizer que, no Sacré Coeur, a Madalena implorou ao pai que comprasse uma vela para pedir um desejo a Jesus e, sem que nada o fizesse prever, pôs as mãos juntas e começou a rezar.

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É lindo ver como uma semente pode nascer e florir da terra mais fértil. 

A minha filha juntou as mãos, fechou os olhos e começou a falar com Jesus.

De livre e espontânea vontade.

Deixámo-la ali e ali ficou, um bocado. Depois, veio ter connosco e disse que tinha pedido amor, saúde e muito carinho para a sua família. Confesso que tive muita vontade de chorar ao ouvi-la. Tão querida. 

Saímos dali e passeámos muito por Montmartre, Depois fomos dar uma volta por alguns dos lugares mais emblemáticos.

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O Mateus sempre a dormir, depois de ter lanchado dentro de um Tuk Tuk em andamento - grande Mati!

Entretanto, tinhamos combinado encontramo-nos com o meu querido amigo padre Paulo Duarte e ele lá apareceu, no Jardim das Tulherias, com um amigo da Covillhã que também estava a passar o fim-de-semana em Paris. 

Acabámos a passear todos juntos por Saint-Germain-des-Prés, onde jantámos, a caminhar pelo Quartier Latin e a terminar a noite a ver um espectáculo de rua em frente à Notre Dame e a falar dos Jesuítas e de Filosofia. 

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Adoro este grande amigo, que o meu blogue me trouxe. 

Um padre e uma ateia, juntos em Paris. Parafraseando o grande Miguel Esteves Cardoso... "como é linda a p**a da vida"!

Vantagens de se estar numa casa e não num hotel

Poder fazer sopa para o meu querido bebé, para que ele não tenha de passar 5 dias a comer comida de boião.

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Alugar casa em férias (nós escolhemos a Homeaway) permite este tipo de conforto. Como permite também conhecer os vizinhos e conversar com eles, na entrada do prédio, sobre a vida em geral e Paris em particular. Como permite ir ao supermercado (mesmo em frente) e ver as coisas que há para comprar, ver o que consomem os que estão na fila, perceber que levam pouca coisa de cada vez (e nós a tender para o açambarcamento). Como obriga a alguma contenção à chegada a casa à noite porque o chão de madeira range que se farta. Como permite escutar (e ver) a festa de uma escola mesmo aqui ao lado (e vibrar com as cantigas e as danças tão bem ensaiadas). Como, neste caso em particular, permite jantar com este pôr do sol e esta vista. 

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Disneyland Paris - Dia 2

No segundo dia fomos aos Estúdios da Disney, como não podia deixar de ser. 

Fomos logo a correr para a diversão de que nos lembrávamos melhor: Crush's Coaster (inspirado no Nemo). Uma montanha russa do demo (para nós, que somos uns bambys), e que, há quatro anos, bem nos enganou. Entrámos a achar que era uma brincadeirinha de crianças e demos por nós aos guinchos como macacos. 

Desta vez íamos prevenidos mas, ainda assim, fomos de novo supreendidos. Aquilo é mesmo agreste (repito: para quem é pouco dado a estas andanças malucas). Quedas e curvas e mais quedas abruptas, tudo quase sempre às escuras ou com pouca iluminação. Gritei o tempo todo e a Madalena riu o tempo todo - miúda danada para estas cenas! Infelizmente não pude gritar asneiras, que é o que me sabe bem nestes momentos, de maneira que dei por mim a repetir um patético "caraca, caraca, caraca", que nem sequer costumo usar mas foi o que me saiu, com o pânico.

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Saímos dali a tremer e eles foram aos páraquedas dos soldadinhos do Toy Story. Eu fiquei alegremente em terra, com o Mateus. Amei ver a cara dele a assistir à subida (e queda) dos manos.

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 Entretanto fomos dar a volta aos bastidores da Disney (efeitos especiais) e preparar as pernas para a espera no Ratatouille. 75 minutos de espera. Tive vontade de chorar, confesso. Houve momentos em que me apeteceu desistir, que se lixe o Ratatouille. Mas, por outro lado, tinha visto uma reportagem que esta nova animação da Disneyland Paris era espectacular e a não perder e pronto. Lá me aguentei. E valeu a pena. Mesmo. Fomos todos (Mateus incluído) e valeu cada minuto de espera. Simulação ao mais alto nível, sensações incríveis. De um momento para o outro passamos a ser ratos e tudo à nossa volta é gigante. Não vou contar tudo, para não estragar a surpresa de quem venha, mas tudo o que acontece ao pequeno rato que passamos a ser é muito real (até as sensações de calor, frio, etc).

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Para finalizar, o Martim quis ir a uma cena bem radical. Pedinchou para que alguém fosse com ele mas ninguém ganhou coragem. Então... decidiu ir sozinho. Ah, valente! 

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Fiquei com um nó no estômago. Meu rico filho. :) Mas ele delirou e, quando saiu, queria ir outra vez. Fica para a próxima!

E pronto. Adeus Disney. Gostámos muito, outra vez! Havemos de voltar, se tudo correr bem!

Au revoir!

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Passatempo Danone Um Bongo

Mesmo de férias há por aqui bonitos passatempos para poderem ganhar coisas boas. E desta vez o prémio dura um ano inteiro. Mas, afinal, o que é isto?

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Um iogurte líquido Danone?

Num copo?

Com palhinhas?

Com as personagens Um Bongo?

É verdade, a Danone e Um Bongo, duas marcas que cá por casa todos adoram, juntaram-se e criaram um iogurte com os sabores mais apreciados pelos mais pequenos (Morango e 8 Frutos), que é uma delícia e que, ainda para mais, vem acompanhado de um ritual que diverte os miúdos: o agita-fura-bebe. A ideia é agitar a embalagem, furar a tampa com uma palhinha que vem com o produto, e depois... beber.

Hoje, o passatempo que lanço aqui no Cocó é muito simples. Só têm que enviar uma frase criativa que descreva a sensação dos vossos filhos quando bebem Danone Um Bongo e fazem o #agitafurabebe.

O vencedor receberá UM ANO de iogurtes Danone Um Bongo, sob a forma de vales. Um ano de iogurtes equivale a 2 packs de produto por semana (104 packs/ano), num total de 416 unidades de iogurte. Que tal???

Bora concorrer? É só enviar a tal frase elucidativa (e divertida e original) para sonia.morais.santos@gmail.com. Têm até 30 de Junho.

 

Disneyland Paris - Dia 1

Os manos mais velhos já cá tinham estado, há 4 anos. 

Para nós, pais, esta é a terceira incursão pela Disney.

Ainda assim, acho que nunca mais vou esquecer, por muito que viva, a expressão encantada do Martim desta vez. Mal entrou, começou a olhar para tudo e não parava de exclamar:

"Isto é o sonho de qualquer pessoa!", "Isto é o paraíso!", "Estou tão contente!", "É tudo lindo, parece um filme!", "Isto é um sonho!"

A cada exclamação, o meu coração de mãe enchia de felicidade. E ainda estávamos apenas a entrar!

Bom, ao todo ficámos 11 horas dentro do espaço da Disney. ONZE horas. Mas foi incrível ver a alegria deles. Eu e o Ricardo andámos com eles nas diversões à vez, por causa do Mateus, mas sem stress. Aliás, este querido bebé tem-se revelado o maior companheiro de viagem de todos os tempos. Nada, mas absolutamente nada o perturba, o aborrece, o transtorna. Passa os dias na maior, ou deitado no carrinho, ou de colo em colo. Come em qualquer lugar (leite da mãe ou iogurte ou papa ou boiões para substituir a sopa - que acabei agora de fazer por isso amanhã volta tudo ao normal), muda a fralda em qualquer lugar (hoje mudou no carro que nos levou pelos efeitos especiais dos Estúdios da Disney, por exemplo), está sempre bem disposto e quase nunca chora. É O Maior! 

 

 

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Andámos na Big Thunder Mountain (várias vezes), fomos aos Piratas das Caraíbas, ao castelo da Bela Adormecida, às Viagens do Pinóquio, ao voo do Peter Pan, às chávenas loucas, ao Buzz Lightyear, Star Tours, Small World, ao país dos contos de fadas.

Quando ainda namorávamos, eu e o Ricardo fomos à Space Mountain mas jurei para nunca mais e os meus filhos também não são do género "bora lá andar com a cabeça às voltas numa boa".

O primeiro "carrossel" do Mateus foi o Small World e, depois, ainda andou no Petit Train du Cirque e no barco que anda pelos contos de fadas. Ou seja, a brincar a brincar este besnico de 7 meses já ramboiou que nem um maluco.

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 Adoro esta cara, como que a dizer "e é isto, a minha vidinha, andar aqui para trás e para diante com estes malucos".

 

Às 17.30, como não podia deixar de ser, fomos assistir à parada. 

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Depois da parada, continuámos no nosso entra-e-sai. Confesso que sempre que não ia com eles, para ficar com o Mateus, sentia-me quase a desabar. Cheguei a dormitar com o bebé ao colo. 

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Saímos de lá às 22.30. Como estamos numa casa em Montmartre, tivemos de apanhar o comboio, depois um metro, sair numa estação, trocar de metro e... andar mais um bocado a pé até casa. Com tudo isto, chegámos à meia-noite e meia. Todos rebentadinhos. 

Mal se deitaram, os miúdos mal tiveram tempo de dizer "boa noite". Adormeceram num ápice. E nós também. Com o coração cheio. E um sorriso.