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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Ooooooh

A maior parte dos pais fica numa excitação sem fim quando aparece o primeiro dentinho ao seu bebé.

Eu também já fiquei.

Mas hoje, ao ver o primeiro dente acabadinho de romper a gengiva do pequeno Mateus (até uma pintinha de sangue tinha), não consegui deixar de sentir uma pontinha de tristeza. Não é bem tristeza. A palavra está mal escolhida mas, na verdade, agora não me ocorre outra. O que quero dizer é que este dente comprova aquilo que salta à vista todos os dias: o bebé da casa está a crescer. E eu, como mãe de quatro, gostava que ele ficasse mais um tempo desdentado, pequenino, leve no colo. É muito bom vê-los crescer, ver como absorvem tudo, como digerem o mundo que engolem todos os dias. Mas um bebé cheiroso e frágil é uma delícia que dura tão pouquinho. Podia durar um pouco mais, não era?

O Mateus tem um dente e ainda ontem vieram trazer-mo ao colo, vindo de mim, minúsculo e engelhado. 

É tudo muito depressa. Demasiado depressa.

Happy Company

Abriu uma loja na zona sul do Parque das Nações que pode bem levar-me à falência. Cada vez que lá entro... dá asneira.

Mesmo quando não compro, saio sempre de lá com alguma coisa atravessada, que não me sai da cabeça.

Basicamente... estou feita ao bife.

Estas calças foram uma das peças a que não resisti.

Mas houve outras.

A sério. Até já dou uma volta dos diabos para não passar lá à porta.

Tantos sítios para abrirem uma loja e foram-me fazer isto mesmo aqui no bairro. Caneco!

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Happy Company AQUI.

Passeio Adamastor 10C
Parque Nações Sul (junto à torre galp)

Ursinho agarra-chucha

A Trois Poules não quis desistir de convencer o Mateus a usar chucha. A especialização desta marca portuguesa são os saquinhos de dormir mas representam também em Portugal uns bonecos agarra-chucha que são um sucesso nos Estados Unidos. Chamam-se Paci-Plushies e ajudam os bebés a segurarem e a não perderem a chucha. Ele continua a não gostar de ter aquele material estranho na boca. Mas tem uma adoração pelo urso. De maneira que, às vezes, está com ele na mão e acaba por empurrar a chucha até ao sítio certo. A Trois Poules enviou ainda um mordedor para os dentes que se adapta ao ursinho, e ele farta-se de o mordiscar, sempre agarradinho ao boneco. 

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Obrigada, Trois Poules!

Podem ver mais aqui:

www.facebook.com/troispoules

Corrida da Mulher EDP

Foi este domingo a Corrida da Mulher EDP e eu não fui. Tive pena, confesso, que como sabem (e até já há quem se queixe) é assunto que agora me interessa muito. Mas domingo estava derreada. E estavam cá a minha irmã, cunhado e sobrinho, e fomos almoçar a casa do meu pai e boadrasta. De qualquer modo, esteve concorrida e animada! Fica para o ano!

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Dois presentes fofinhos

Para celebrar os 15 anos, a querida Raquel Brinca e a sua família adorável ofereceram este conjunto a-mo-ro-so da Willow Tree 

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O Manel, nós com o Mateus ao colo, a Madalena e o mano Martim 

 

A Cris, além de ter ajudado em toda a preparação do evento, ainda ofereceu uma caixa de luz com a palavra Love. 

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 O diabo das luzinhas é difícil de enfiar nos buraquinhos todos mas hei-de conseguir e, depois, vou pendurar. Vai ficar lindo! 

 

 

 

A única coisa que podia ter corrido mal (mas que acabou por correr bem)

Com a excitação, estávamos nós a sair de casa (eu no carro com a minha irmã), a minha mãe a preparar-se para levar os rapazes, quando vejo a minha mãe alteradíssima a bater no vidro do carro. 

- Deves ter deixado a chave de casa dentro da fechadura. Fechámos a porta e, ao tentar fechar à chave, ela roda, roda, roda, e não acontece nada.

Fiquei muda. Não sabia o que dizer. Balbuciei apenas:

- Deixa. Resolvem quando vierem da igreja e eu estiver a almoçar com ele. Tentam duas vezes com um cartão ou uma radiografia. Se não conseguirem chamam os bombeiros. Mas chamam logo porque eles podem demorar e temos muito que preparar!

Confesso que saí dali com o coração apertado, a imaginar bombeiros e polícia à minha porta, o Mateus aos berros, a minha mãe à beira da síncope, e todo um cenário dantesco, enquanto eu almoçava com o Ricardo como se nada fosse.

Felizmente, só aconteceu parte disto. Depois de tentarem abrir a porta, chamaram efectivamente os bombeiros. Que ficaram à porta à espera da polícia (só podem abrir depois da chegada da polícia). Enquanto isso, o meu pai e o Manel percorriam as janelas da casa. E não é que uma delas não estava bem fechada? Foi por essa que conseguiram entrar, agradecendo a presença dos bombeiros, que não chegaram a ter de actuar.

Podia ter corrido mal. Mas acabou por ser apenas um susto. Ufff.

Pumpkin Awards: votem no Cocó!

O Cocó é um dos finalistas na categoria de melhor blogue para famílias, dos Pumpkin Awards.

Para quem não conhece, o Pumpkin é um portal de referência para famílias em Portugal.

Tenho andado aqui ocupada com a minha surpresa e ainda nem tinha tido oportunidade de divulgar esta iniciativa gira.

Para o Cocó ganhar tem de ter o maior número de votos e, por isso, convido-vos a votarem AQUI ou AQUI.

As votações terminam daqui a 3 dias, no dia 28 de Maio. 

Votam no Cocó? 

 

 

 

Um dia inteiro a revisitar 15 anos

A única indicação que lhe dei foi: "No sábado tens de estar à porta de casa às 10.30 em ponto, com o telemóvel com som e com a chave do carro." Assim foi. Antes de sair, eu, o Manel e o Martim (a Madalena tinha ido dormir a casa da minha amiga Rute, que a levou à segunda prova do Conservatório - sim, logo por azar a segunda prova calhou no dia marcado para a maior surpresa da minha vida) abraçámo-lo e dissemos coisas como "boa sorte", "mesmo que tenhas medo pensa que te vais divertir", "usa a cabeça, pensa bem antes de agires" e ele danado e a rir dos nervos.

Mal saiu de casa, a loucura começou. Os miúdos à janela em histeria, eu a vestir-me à pressa e a recolher todos os elementos que teria de levar comigo: pistas, cartazes à porta, o presente. 

Lá fora, o João, um cameraman da produtora Luneta, aproximou-se do Ricardo, disse-lhe que lhe ia pôr um microfone mas que não sabia de nada (mentira, sabia de tudo), e depois ficou a filmar. A seguir, ele recebeu uma mensagem da "Voz".

Estava dado o pontapé de saída.

Ele fez o que se previa e tocou em casa da Cristina (que é em frente da nossa).

Ela desceu e deu-lhe a primeira pista, num envelope verde:

"A nossa história é a dízima desta, que não há no país quem não conheça. Segue para o centro, que esta é fácil de adivinhar. A aventura vai começar!"

 

Ele pensou, ela tentou atrapalhar, e lá concluiu que teria de ir para o Diário de Notícias, onde nos conhecemos. 

Enquanto isso, eu saía de casa com a minha irmã e o Mateus. A minha mãe levou os outros dois. Com a histeria, fechou-se a porta com a chave dentro. Percebemos que teríamos de chamar os bombeiros quando voltássemos. Mas tínhamos muito ainda para fazer. A minha mãe seguiu para a Igreja de São Roque, eu segui para Santos, onde fui colar uma pista no bar onde demos o primeiro beijinho (que está fechado e ao abandono). Por sorte, um polícia que estava em frente dispôs-se a garantir que ninguém roubava o envelope. E, assim, eu pude seguir para a Igreja.

 

No DN, a Maria João Caetano (que estava a trabalhar), desceu para lhe dar a pista que o levou ao ex-Café de Santos (onde eu tinha estado a colar a pista). Eu ia acompanhando todo o percurso através de uma aplicação (Glympse), que me permitia ver onde estavam em tempo real e, assim, pedir à Cristina que atrasasse ou adiantasse a coisa, consoante eu estava atrasada ou adiantada.

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 A pista colada no ex-Café de Santos dizia:

"Podes dizer que te saiu a taluda e nem tiveste que apostar. No largo está a próxima pista, só tens que a encontrar".

Ele tornou a adivinhar: devia ir para a Igreja de São Roque, onde casámos.

 

Eu, entretanto, chegava à igreja, onde já todo um grupo estava escondido nas escadinhas do duque, sob a orientação da Rita. Ela não tinha boas notícias: havia 2 seguranças à porta, que não deixavam ninguém entrar até à uma da tarde porque estava a decorrer um baptizado. Eu, que me tinha informado com antecedência, sabia que havia um baptizado. O que não podia imaginar era que ia durar até à uma da tarde (tinha começado às 11h). Não paniquei, nem sei porquê. Fui ter com eles e perguntei se, ao menos, podia ficar escondida atrás da porta. Ele viria, abraçávamo-nos ali mesmo, o tempo suficiente para que os nossos amigos e familiares se juntassem no átrio. Estava resolvido. Mas os seguranças condoeram-se da minha figura. E lá me deixaram entrar. Fiquei sentadinha no último banco da igreja onde casei, à espera dele. Lá fora, todos os convidados estavam cuidadosamente escondidos. 

Entretanto, ele chegou. Entrou. Sentou-se ao meu lado e ali ficámos, em conversas nossas, num momento mágico.

Depois saímos. E aconteceu o que ele não imaginava. Dezenas de amigos (até do Porto!) e familiares estavam à nossa espera e atiraram pétalas de rosas (arroz não, obrigadinha, que já chega de fertilidade), e 4 mariachis tocavam, tal como no dia do nosso casamento. O homem ia enfartando. 

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IMG_1864.JPGAdoro a cara dele aqui 

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Estivemos ali um bocado, a ouvir os Los Cavakitos, grupo que contratei (e que me salvou porque, antes deles, só encontrei grupos de mariachis que me levavam o couro e o cabelo por 20 minutos de actuação - estes cobraram um valor que considerei justo), e depois desaparecemos todos (tipo flashmob). Antes disso dei-lhe a próxima pista. E ele voltou a ficar sozinho com a prima e com o cameraman. Eu voei para o próximo ponto.

 

E se a igreja foi emocionante, o próximo sítio foi avassalador.