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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Fim-de-semana desportivo

Na sexta acordámos cedo porque estávamos inscritos na Corrida do 1º de Maio. Estava sem vontade nenhuma, praguejei que me fartei porque só queria era dormir, mas fui. E ainda bem. Foram 15 km a um ritmo fantástico, a ouvir a senhora do Nike + sempre a dizer 5.30, 5.40, e pensei que fosse fazer os 15km todos a esse ritmo mas, eis senão quando se me depara a Avenida Almirante Reis em todo o seu esplendor. Sacana de avenida mais comprida! E se de carro parece uma subida ligeira, a correr a coisa ganha todo um outro significado. Ainda assim acabámos em 1h32m, para mim um novo recorde

A seguir fomos almoçar a casa de uns amigos, para dar força ao nosso Homem de Ferro (que no dia seguinte ia fazer uma prova de triatlo duríssima: 1900 m a nadar, 90 km de bicicleta e 21 km a correr). Dali, voámos para o Jardim Zoológico de Lisboa, onde tínhamos uma sessão fotográfica.

No sábado, acordei às 7.30 para ir ver o grande homem de ferro a começar a prova. Vi-o dar duas voltas a nadar (1900 metros), vi-o a passar para a bicicleta, depois fui a casa tomar o pequeno-almoço e ajudar a despachar a rapaziada, e depois fomos vê-lo a chegar. Ele tinha previsto terminar em 6h30, o mister (o enorme Pedro Almeida, do Treino em Casa) tinha estimado que terminasse em 6 horas, mas ele conseguiu acabar em 5 horas e 24 min. Respect!


Ontem voltámos à estrada para mais 10 km, desta vez uma corrida em nome da manutenção do fantástico Hospital Dona Estefânia. O Ricardo ia apostado em obrigar-me a bater o meu recorde. E assim fomos, muito mais depressa do que me é habitual. Se ele não tivesse puxado por mim não teria obrigado o corpo àquele ritmo, que me fazia sentir levemente tonta e muito arfante. A certa altura pensei que não era boa ideia falecer no Dia da Mãe e estive mesmo para abrandar, mas depois continuei depressa (para o que me é costume), nem sei bem como. Acabámos em 56 minutos e soube muuuuito bem essa superação.
O nosso amigo Manel está aqui na foto mas não foi a passo de caracol - acabou a coisa em 39 minutos, só assim para nos pôr no lugar e mostrar quem é o boss.
Seguimos para o almoço do Dia da Mãe, com as nossas mães e os nossos filhos, e houve muitas lágrimas, porque um dos meus filhos me escreveu a carta mais bonita que já alguma vez me escreveram e que já reli centenas de vezes. Os meus presentes do Dia da Mãe foram absolutamente maravilhosos. Sou uma sortuda.

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