Recebi este relógio, da One Watch Company, alusivo ao Dia da Mãe, e achei-o logo lindo. Muito verão, muito girly mas discreto, com o mostrador grande, mesmo como eu gosto. Pus logo e fui à minha vida (leia-se, fui ter uma aula de Padel).
Quando saí da aula de Padel, tirei-o porque me estava cheia de calor e foi então que me deparei com uma surpresa escondida!
Atrás, gravados, estavam os nomes dos meus filhos!
Não conheço este Museu Interactivo mas recebi um email a dizer que faz 1 ano e que, este fim-de-semana, vai ter uma série de actividades muito giras para pais e filhos. Quando fui ver o vídeo de promoção fiquei cheia de vontade de conhecer. Aliás, o meu primeiro pensamento foi: "caramba, isto é cá???" E é. No Porto. Conhecem? É tão giro como parece?
Eu conheço o Iron Man e é incrível conhecer alguém capaz de tais feitos. É tal e qual como conhecer o Super Homem ou o Batman (que, por acaso, também conheço e até já corri ao seu lado) ou o incrível Hulk. Dia 2 de Maio vou estar a torcer por ele, no Half Ironman de Lisboa. Este e outros seres sobrenaturais vão fazer: 1900 m de natação 90 km de ciclismo 21 km de corrida
Vamos lá torcer por estes campeões? A prova começa e termina no Parque das Nações. Dia 2 de Maio. O apoio, mesmo que não conheçam nenhum participante, é super importante para quem está ali, a dar tudo por tudo.
Eu: - Aos 5 km, mais coisa menos coisa, deve ser quando a serotonina se liberta no meu corpo porque fico com uma estranha e abrupta sensação de felicidade! Não te acontece? Ricardo: - Não. Eu: - Nem com mais quilómetros? Sei lá, aos 7 ou aos 10km? Nunca sentes essa invasão de felicidade? Ricardo: - Não. Quanto mais corro mais infeliz me sinto.
(eu cá acho que é mentira, caso contrário o bicho não tinha saído de casa no passado domingo às 8.30 da manhã para ir da Expo até à Praia de Santo Amaro de Oeiras a correr, perfazendo 25 km)
O Manel gosta tanto do irmãozinho que tem vontade de o engolir. Aperta-o e beija-o e estrafega-o com mimos. O Mateus não gosta. Mal se sente apertado, protesta. Enfurece-se. Dana-se. E faz questão de se manifestar. Aos 5 meses, o Mateus mostra a sua raça. Atentem.
Esta encheu-me de tal maneira as medidas que até estivemos, de facto, a considerar ir vê-la. Adorei. É linda. E grande. E cabíamos todos. Só não tem garagem, que é importante, nem um terraço (que tenho e amo), mas tirando isso é perfeita. Infelizmente, entretanto, deixou de estar à venda...
Gosto muito do Hospital Dona Estefânia. Sempre que tive de lá ir com um dos meus filhos fomos, eles e nós, muito bem tratados. O Martim tinha 2 meses quando foi internado durante 1 semana, com uma bronquiolite. Foram todos inexcedíveis. O Martim, de resto, foi cliente frequente até aos 3 anos. Houve um período da sua vida em que lá íamos TODOS OS DIAS. Todos. O Martim fazia bronquiolites de repetição, e a Medicina Física e de Reabilitação era a nossa segunda casa. Eram todos espectaculares. Por isso, a perspectiva de perder este hospital, especificamente pensado para as crianças e só para as crianças, é algo que me parece insensato.
É por isso com muito gosto que irei correr os 10 km, no dia 3 de Maio. É a minha forma de me manifestar pela manutenção do Hospital Dona Estefânia. Quem não gosta de correr, pode caminhar. As receitas revertem para a AA1P (associação de doentes com défice de alfa 1 anti-tripsina) e as inscrições custam 5€ (para a caminhada de 4 km) ou 10€ (para a corrida de 10km). Mais informações AQUI. VENHAM DAÍ, QUE O SOFÁ NÃO É VOSSO AMIGO!
No outro dia fui ao café de sempre e deixei o Mojito preso cá fora. Fui sempre olhando e ele ali, quietinho, sempre a olhar para dentro do café. Quando me via, abanava a cauda, todo contente. O meu querido miúdo. Quando saí, estava uma vizinha cá fora, que tem uma cadela com a qual o Mojito sempre brincou muito. Já não nos víamos há uns tempos. Quando saí, ela olhou para mim e disse: "É mesmo!!!! É mesmo o Mojito! Estava aqui a olhar para ele mas, ao vê-lo tão quietinho, achei que não podia ser. E afinal... é mesmo!"
A diferença do Mojito é abissal. É outro cão! É claro que cresceu, já tem um ano, está mais maduro, menos puto. Mas não é só isso. Tenho a certeza. O Mojito teve os melhores professores, que o ensinaram da melhor das maneiras: com amor e muuuuuita paciência. Não me canso de elogiar os meus amigos da Animal Positivo, que são família do Mojito. Quando o deixo na quinta, na Arruda dos Vinhos, ele fica tão feliz como quando o vou buscar (ou mais). Costumo dizer que ele é mais ou menos como os filhos dos pais separados. Às vezes está com a mãe, outras vezes com o pai, e é tão feliz numa casa como na outra.
O treino da Animal Positivo não contempla castigos, gritos, puxões, coleiras estranguladoras, choques eléctricos (não fazia ideia mas há quem use), ou qualquer outro tipo de barbárie. O treino consiste em reforço positivo, sempre. E eu acredito piamente na educação pela positiva. No elogio em detrimento da crítica, no prémio em vez do castigo. É claro que nem sempre cumpro, porque sou de carne e osso (e nervo) mas acredito mesmo que os bons resultados se conseguem por aí. O Mojito é, sem dúvida, um excelente exemplo disso.
Todas as semanas recebo emails de pessoas desesperadas com os seus cães. Porque não sabem lidar com eles, porque a comunicação falha, há como que um "lost in translation" (como no filme) em que ninguém se entende. E todos os dias dou o contacto da Animal Positivo a alguém, porque sei que eles sabem o que fazem.
Além dos treinos (e de outros serviços que eles têm), há o bonito projecto Hopeful. Um projecto de adoção animal. Bichos que eles recolhem, cuidam e treinam, com vista a serem depois entregues a quem os possa amar. Exemplo disso é a Farrusca. A Farrusca é uma cadela linda, já tem o treino de obediência e, quem a quiser adoptar terá o apoio e acompanhamento dos meus amigos da Animal Positivo.
Não que haja alguém que tenha alguma coisa com isso mas como sou uma alma generosa e que tende para a informação, explico: porque não me apetece pagar o ordenado da D. Emília (que pagarei por inteiro, apesar das duas semanas doente, porque sei que se metesse baixa iria receber muito pouco) e ainda pagar a engomadoria. Prefiro dobrar a mola para o fazer e gastar a massa noutras coisas, que me dão mais gozo. "Ah, mas se é assim, por opção, então não te queixes!" Queixo, sim, se me apetecer. 'Tá bom? Obrigadinha.