Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Epic Walk: reminder!

No dia 4 de Abril, o Epic Sana Algarve vai organizar a Epica Walk For Wishes, uma caminhada de 9 km pela deslumbrante praia e trilha da Falésia. É uma iniciativa de solidariedade social em que os fundos recolhidos com a venda dos bilhetes da caminhada revertem na totalidade para a Make a Wish, fundação que se dedica a realizar desejos de crianças e jovens com doenças graves.
O evento não é apenas para quem esteja hospedado no hotel mas aberto a TODOS os que queiram participar.
Podem aderir a este evento AQUI.
A família Cocó vai lá estar, para uma caminhada solidária que vai ajudar a realizar sonhos.
Se estiverem a sul, hospedados ou não no Epic Sana Algarve (já lá estive e posso garantir que vale muuuuuuuito a pena), venham também!

Epic Walk a Wish
Onde: Praia da Falésia
Quando: 4 de Abril 11h (check-in às 9.30)
Quanto: 5€ adultos/ 3€ crianças
Pontos de venda:
Inscrições antecipadashttp://loja.comprafacil.pt/makeawish/auto_add.php?id_produto=3538
Inscrições no próprio dia: Praia da Falésia
Limite de inscrições: 400 participantes
Com a inscrição o cliente recebe: saco com T-shirt, agua, snack e folheto de hotel

Planos para férias de Agosto

Sabes que estás um bocado choné quando começas a medir distâncias entre a tua casa do Algarve e as praias para onde costumas ir, calculando os quilómetros que farás a correr até lá. É que em Agosto faltarão apenas 2 meses para a maratona e, se esse é realmente o objectivo, é bom que te vás preparando para os treinos em plenas férias (e em pleno calor). A ideia é irmos alternando: num dia irei eu a correr para a praia e o Ricardo ficará a despachar a miudagem; noutro dia será ao contrário (para qualquer um de nós será doloroso - o que vai a correr sofrerá de uma maneira, o que fica sozinho a despachar 4 miúdos, lanches, toalhas e baldes sofrerá de outra). Auch.





Voluntariado tardio

Ontem não correu assim lá muito bem. Tinha especificamente referido que o meu máximo eram 22.30, pediram-me para estender até às 23h, chegámos a casa à meia-noite. A Madalena adormeceu na instituição, os outros estavam podres, e se hoje houvesse escola ia ser o bom e o bonito. Este projecto ainda é recente, há muito para afinar, e já expliquei que não podemos ficar com este horário.
Vamos ver se da próxima vez corre melhor.
Depois de estar tudo mais afinado terei todo o gosto em dizer onde estamos a fazer voluntariado. Agora ainda é prematuro, até porque nem sabemos se será possível continuar.

Hoje damos início a uma nova etapa

Vamos começar a fazer voluntariado em família. Todas as segundas-feiras. Vai implicar que os miúdos se deitem um bom bocado mais tarde do que deviam mas é apenas um dia da semana. Acho que não fará assim tão mal, sobretudo pensando no bem que lhes vai fazer este trabalho em prol dos outros. E o bem - ele mesmo - que podemos fazer aos outros. Hoje é o primeiro dia. Vamos ver como corre. Espero mesmo que seja o primeiro de muitos porque, uma coisa é saberem que os pais fazem voluntariado, outra, bastante diferente, é participarem connosco. 

Esqueci-me...

… de agradecer também à prima Rita, que estava a trabalhar no evento, já podia ter-se ido embora e ficou à nossa espera. Estava toda animada e nós apoucados, quase sem conseguirmos falar.
Obrigada, miúda!

Meia Maratona: check

Dormi 4 horas e meia nessa noite. O Mateus acordou-me às 2h e às 5h e, a partir das 5h, já não dormi mais. A minha mãe, o meu pai e a minha boadrasta chegaram às 8h. Pedimos-lhes para ficarem com o Mateus, a Mada e o Joãozinho. Assim, dividido por todos, custaria menos a cada um. Tirei leite na véspera para deixar para o Mateus, mas sem grande esperança porque não gosta de biberão. Saí um pouco apreensiva a pensar na fome que ele ia passar. Mas pronto, eles lá se arranjariam.
Saímos de casa às 8.15h. Eu, o Ricardo, o Manel, o Martim, a minha irmã, o meu cunhado e a prima Cris. Encontrámo-nos com a Xana (mulher do mister) em Entrecampos e fomos de comboio até ao Pragal. Nervosinhos, nervosinhos. Estivemos à espera da partida cerca de uma hora, que deu para descomprimir.


Com o Pato Ultramaratonista: uma honra!



Foi então que a Xana me disse que o mister tinha dito que queria que eu levasse o seu dorsal. Mais carga: não posso desiludir o homem! Vamos lá!
Depois da partida, demorámos 5 minutos a partir. Estávamos muito cá atrás e passámos os primeiros quilómetros a fazer gincana. Estragou-nos o tempo e cansou-nos um bocado. Mas a seguir veio a descida até Alcântara e deu para animar.
A corrida custou-me. Estava muito calor e comecei a sentir-me cansada logo aos 10km. Aos 15 km comecei a pensar quando é que chegava o momento de voltar para trás. Só via a malta que já estava a regressar e pensava: mas quando????? Quando é que voltamos para trás???? Ainda vou ter de correr isto tudo para trás??? Foi penoso. Parei em todos os abastecimentos: água, powerades, bananas, laranjas… valia tudo para me dar novo alento.
Foi maravilhoso ir a ouvir chamar por mim TODA a corrida: "Força Sónia!", "Vai Cocó!"
Acho que não houve um único quilómetro em que não tenha ouvido puxar por mim. Vocês são mesmo incríveis. Obrigada!
Na recta final, comecei a ver imensa gente a ser assistida. Malta inanimada, a soro, a serem levados em macas, ambulâncias para trás e para a frente. A hipocondríaca que há em mim estremeceu: ai, caraças…  se estes tipos com ar atlético estão a baquear, se calhar baqueio também. Glup..
Fizemos 2 horas e 28 minutos, tempo de chip, que é o que conta porque demorei 5 minutos desde que deram a partida até conseguir realmente partir.
É uma porcaria de um tempo? É. Se conseguíamos fazer mais 21 km a seguir? Mas é que nem pensar!! Nem mais 500 metros! Estamos muito longe da maratona e dei por mim a pensar que esse objectivo é, provavelmente, impensável para mim. Não foi boa, essa constatação. Ainda não desisti. Mas confesso que senti um certo desânimo. Depois, o meu lado mais racional pensou: "calma. Estás a correr há 1 mês e meio… é preciso continuar, treinar mais e mais e mais". Vamos ver.
Aqui ainda faltava taaaanto...




E agora o momento Óscares: Quero agradecer ao meu homem, que se meteu nestas andanças comigo e que torna tudo muito mais divertido. Ao Pedro Almeida, do Treino em Casa, pelos treinos, pela boa disposição, por torcer por nós e por acreditar. À Xana, que encarnou o espírito do mister na perfeição e é uma companheirona de corrida. À Raquel Brinca, à Ana Caldas Lopes e à Ana Garcia Martins que enviaram mensagens de boa sorte. A todas as pessoas que puxaram por mim durante a prova. À minha irmã, cunhado, filhos Manel e Martim e prima Cris, que ficaram perto da meta a torcer por nós. À Sandra Ramos Claro, do Correr Lisboa, por estar na meta a fotografar e a aplaudir. E principalmente à minha mãe, que ficou nos bastidores e fez um almoço maravilhoso e estava bem disposta, e ao meu pai e boadrasta que também estiveram lá em casa, a tomar conta da miudagem. O Mateus bebeu o biberão e tudo! Não sem chorar, mas bebeu e isso é que importa! Vocês foram mesmo os maiores!!!!

Dar as boas-vindas à Primavera

No sábado tivemos o convite da Chicco para irmos até ao jardim das cavalariças do Pestana Palace para uma tarde cheia de coisas boas. O pretexto era a comemoração da Páscoa e da Primavera e a apresentação da nova colecção Primavera/Verão 2015.




Dali ainda demos um pulinho a uma festa, para darmos beijinhos à aniversariante e aos pais e espreitar o mano baby Henrique, com 3 semanas de vida e amoroso de se comer. Foi aí que ficámos a saber que o nosso mister não iria connosco à Meia Maratona, no dia seguinte. Tinha saído da festa com uma dor enorme no pescoço e estava no hospital.

Voltámos para casa, já com um nervoso miudinho por causa da Meia Maratona do dia seguinte. Jantámos massa (ordens do mister), com a minha irmã e cunhado que também iam correr no dia seguinte (ele a Meia Maratona, ela a Mini). Só nos ríamos de coisas parvas, sentíamos dores, ponderávamos faltar e ficar antes a dormir na manhã seguinte. Finalmente adormecemos. Com aquele aperto bom de quem vai entrar em mais uma aventura.