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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Obrigada, Little Ely!

Amei o Swaddle e o bodyzinho que enviaram para o pequeno príncipe! O tecido do swaddle é tão macio! Já estive a ler que é de musselina e ajuda a reduzir o risco de superaquecimento do bebé ao mesmo tempo que fornece conforto e aconchego. Amei!
Mais sobre a Little Ely AQUI


Tão cansada...

… que tenho de pedir asilo à vizinhança para poder descansar. Com a Madalena em casa, não tenho um minuto de paz. Valham-me as camas vizinhas onde posso dormir. Valha-me a D. Emília, que me olha pela miúda. Valha-me a mãe de um amigo do Martim, que está com ele desde ontem. Valha-me o meu querido Manel, que hoje tomou conta da irmã para eu poder ficar duas horas e tal nas análises, e que põe e tira a mesa, vai com o cão à rua, e faz recados a torto e a direito sem nunca protestar.

Já conhecem?

Chama-se Woof e é uma revista para "o melhor amigo do cão". É muito gira, muito completa, com histórias inspiradoras, com dicas de como educar, como tratar, como integrar na família. Já saiu o segundo número da revista, que é bimestral, e eu recomendo a todos os que gostam de cães.

Análise chatinhaaaaazzzz

Acordei às 7h e fui fazer aquelas análises chatas da diabetes, que já estavam em atraso. De manhã sou uma pessoa faminta e isto de ficar tantas horas sem comer é coisa que me encanita. Mas pronto, o que tem de ser tem muita força e lá fui. Primeira picada às 8.30, em jejum. Depois, glicose nojenta pela goela abaixo. A sério: porque é que mudaram a glicose para este preparado medonho? Eu gostava do outro suminho com sabor a limão… Já disto… que purga, senhores! Bom, lá engoli aquela coisa e fiquei na sala de espera durante uma hora. Às tantas, comecei a sentir-me mal, assim a ver as letras da revista a encavalitarem umas nas outras, e tudo um bocado enevoado. Respirei fundo e deixei passar. Passada uma hora, nova análise. Expliquei à analista que não me sentia lá muito bem, e depois da segunda picada, e enquanto esperava pela terceira, ela disse para me deitar numa salinha. Ali fiquei, estendida numa marquesa durante uma hora, a dormir profundamente. Fiz a terceira análise e vim-me embora. Quando ia a sair, uma miúda aí com uns 8 ou 10 anos chorava compulsivamente com medo da análise. Passei por ela e não escondi um sorriso. Aquela era eu, há uma vida. Não chorava mas desmaiava sempre. Depois fui mãe. E de novo. E outra vez. E agora mais esta. E passou-me. Que remédio.