Ontem, acabada de apanhar o Manel na escola, e com a Madalena (a dormir) e o Martim (acordado) no carro, diz o Manel: - Sabes, hoje havia um grupo de pedófilos à porta da escola. - Hã? Um grupo de pedófilos? - Sim! Toda a gente estava a dizer que eram pedófilos. - Eeeerrrrr... mas... eles tinham uma plaquinha na lapela, a dizer "António, Pedófilo", "Carlos, Pedófilo"? - Não! Mas tinham muito mau aspecto e estavam a tirar fotografias aos miúdos, para dentro da escola. - Bom, isso é estranho. Mas... duas coisas: primeiro, os pedófilos não têm necessariamente mau aspecto. Pode haver pedófilos bonitos, bem vestidos, com bom ar. Não é como nas histórias infantis, em que as bruxas são sempre feias, de narizes aduncos e com verrugas! - Oh, eu sei mas... - Em segundo lugar, que eu saiba os pedófilos não costumam andar assim em grupo. A menos que tenha havido uma convenção de pedófilos no Meo Arena. Mas não ouvi dizer nada! - Oh! Olha, não sei. Lá na escola é que estavam todos a dizer que eram pedófilos.
Nisto, finalmente, o Martim reagiu: - Mas, afinal, o que é que são podófilos? - Pe-dó-fi-los, Martim! - gozou o irmão. - Isso! O que é isso? (silêncio) - São adultos que abusam de nós. (novo silêncio) - Abusam como? - quis saber o Martim. (silêncio, seguido de um olhar ameaçador meu para o Manel, para que deixasse o assunto comigo) - São adultos malucos que gostam de fazer mal às crianças. É por isso que e preciso cuidado com os desconhecidos. (ufffff).
Entretanto, parece que já mais pais foram alertados para este estranho caso. E há uma certa inquietação no ar. De facto, pessoas que se encostam às grades de uma escola para fotografar as crianças não é muito normal. E gerir estas conversas e medos... é toda uma nova realidade dos tempos de hoje, difícil de enfrentar.
Uma família australiana entrou para o livro de recordes do Guiness porque instalou 502,165 luzes de Natal na sua casa. O pai, que montou as luzinhas todas (e deve estar cansado), contou que está a fazer este trabalho desde Outubro. Em 2011 o recorde já lhes pertencia mas em 2012 perderam o título para uma família de Nova Iorque. A brincadeira custa-lhes qualquer coisa como 1700 euros de electricidade por mês (ainda bem que é só 1 mês e pouco, caraças).
Se alguém estiver cheio de vontade de ter um bebé mas não possa, seja por que razão for, sugiro que venha cá a casa, ouvir o bebé dos meus novos vizinhos. O pobre guincha tanto, tanto, tanto que me faz lembrar o meu filho mais velho (credo, o que ele berrava!). Enfim, passa-vos logo a vontade!
A Associação de Estudantes da Faculdade de Medicina de Lisboa (AEFML) vai organizar este ano a XII Edição do Projecto "Hospital dos Pequeninos", que decorrerá no Refeitório I dos Serviços de Acção Social da Universidade de Lisboa entre os dias 2 e 7 de Dezembro de 2013. O horário para as escolas será nos dias úteis das 10h às 17h. O horário para asfamílias: todos os dias da semana (2 a a 6 de Dezembro) das 17h às 18h, assim como sábado, dia 7 de Dezembro, das 10h às 18h.
Este projecto foi iniciado pela EMSA (European Medical Students' Association), organização constituída por várias associações de estudantes no espaço europeu, e já contou com a participação de países como Suécia, Alemanha, Áustria, Croácia e Reino Unido.
O "Hospital dos Pequeninos" visa reduzir a ansiedade que as crianças sentem quando confrontadas com a presença de um profissional de saúde, nomeadamente em consulta, e destina-se a crianças entre os 3 e os 7 anos de idade, estando estimada a participação de cerca de 2200 crianças. Para participarem as crianças só precisam de trazer um boneco que tenha um "doi-doi" e vontade de brincar!
Uma píton comeu um bêbado... na Índia. Parece que o homem bebeu até cair, e ali ficou inconsciente, à porta da loja de bebidas. Foi comido.
A ver se me lembro de não beber quando, em breve, estiver na Índia. Caramba... parece que é um país onde uma pessoa pode acabar comida de várias maneiras!
Ao que parece, alguns de vós (sinto-me um pouco o pároco da aldeia, usando a segunda pessoa do plural) têm chegado ao blogue e, em vez de irem para o novo post, são postos SEMPRE perante o formulário do passatempo Verbaudet. Não sei o que se passa, a equipa que me ajuda nestas coisas (que eu, parecendo que não, sou brutalmente infoexcluída) também não consegue perceber e, por isso, queremos pedir a todos as nossas desculpas. Isto não é uma manobra sinistra para vos "obrigar" a concorrer (apesar de ser um excelente passatempo! Por falar nisso, já concorreram?). É mesmo uma azelhice qualquer, um bug informático, uma cena marada. Peço-vos desculpa por terem de fazer scroll de cada vez que abrem o Cocó. Se não conseguirmos resolver a questão, amanhã, quando terminar o prazo do passatempo, retiramos do blogue o formulário e, em princípio, a coisa cura-se por si.
E hoje? Ja clicaram no selo aí do lado direito? Esse redondo e cor-de-rosa que diz "Este blogue tem super poderes"? É que tem mesmo! Por cada 500 cliques no selo, o Cocó na Fralda contribui com um peluche para a Campanha de Peluches, e a IKEA Foundation contribui com 1€ para a UNICEF e a Save The Children. Quanto mais clicar, mais está a ajudar! Não custa nada! E eu adorava que déssemos uma data de peluches e de euros! Pode ser? Conto convosco?