Está, sim senhora. Muito trabalho por estas bandas. E ainda não totalmente recuperada da festa, que isto da idade faz com que o corpinho leve tempo a restabelecer-se. E hoje, mais uma festa. Ólarilolela. E domingo vou a Coimbra, ver U2. Isto é a loucura, senhores. E agora vou ali parir mais um texto.
Ah! Já podem tornar a usar o email cocofralda@gmail.com. Não sei o que lhe aconteceu, se foi bandidagem ou parvoíce, mas já o recuperei (com a ajuda dos senhores do gmail, queridinhos), já mudei a password para uma coisa esquisita, e é rezar para que não venha um hacker dar cabo de tudo (se os gajos entram na CIA, como é que não hão-de entrar no cocó?)
Como sempre, um espectáculo! Saí às 4.30, toda partidinha, e ainda estou a recuperar. Pelo meio, ainda uma passagem pelo Hotel Altis Belém, com a assinatura dos amigos malucos (e maravilhosos) de sempre. Ah, claro, e como esquecer a forma principesca com que fomos e regressámos da festa? Um must. Bom, mas nunca é demais dizer que desejo longa vida à Time Out e sublinhar os parabéns à equipa que organizou mais um festão que Lisboa não vai esquecer.
Houve alguém que conseguiu entrar no meu email do Cocó na Fralda. E agora eu não consigo ter acesso. Por isso, agradeço que não enviem emails para o "cocofralda@gmail.com". Esqueçam que existe. É possível que a pessoa em questão já tenha respondido a emails em meu nome, e isso é absolutamente inominável. Se receberem respostas desagradáveis ou a pedir o que quer que seja, não sou eu! Espalhem a informação como puderem, por favor. Quanto a um adjectivo para isto... não consigo arranjar.
Depois de várias horas de pé na Rua do Carmo, a entrevistar alminhas caridosas que passavam, tenho dores várias nas pernas e no corpinho em geral. E sono. Muito sono. Tanto sono que só penso na minha cama, e vai ser com grande esforço que içarei este esqueleto até ao Museu de Arte Popular, para a mítica festa da Time Out. Ela é mítica, eu sei. Vai lá estar toda a gente que conheço, também sei. Vai ser um espectáculo, isso é certo. Mas neste momento a minha almofada fala mais alto.
Não há nada como o trabalho para curar cabeças que pensam em demasia. Ontem foi um dia animado, na Rua de Santa Catarina, no Porto; um regresso debaixo de uma chuva grossa; e o corpinho moído de muitas horas de pé e de mais algumas de viagem. Infelizmente o almoço na mítica Cufra não incluiu a não menos mítica Francesinha, pelo menos para mim, que o meu colega fotógrafo bem se alimentou com um belo exemplar. E que aspecto delicioso! Hoje, sigo dentro de momentos para o Estoril, para mais uma entrevista e, à tarde, estarei entre a Baixa e o Chiado, a fazer perguntas às gentes que passam. Vou levar mais umas 247 negas, já sei, mas sou pessoa que está muito acostumada a que lhe digam que não, das mais variadas maneiras: "Ai, não, não!", "Estou cheia de pressa, desculpe lá!", "Perguntas sobre o quê? Ah, não sei responder...", "Oh, eu queria mas não posso", "Estou atrasada para apanhar o barco", "O meu patrão ainda me despede", and so on, and so on. Não faz mal. Depois de várias negas e 1 sim, eu regozijo-me com o sim e sigo em frente. Acho que é a isto que se chama "ver o copo meio cheio".
A ver se desanuvio esta cabeça. Então até mai logo. Se virem uma maluca e um fotógrafo, numa rua do Porto, com uma bandeira na mão... não estranhem. São dois jornalistas a ganharem a vidinha.