id="BLOGGER_PHOTO_ID_5498246588963627778" /> Já sei, já sei. Que tenho mãos de velha e pés de ainda mais idosa e não sei quê. Mas os meus pés viraram pés de princesa com este creme. A sério, é quase um milagre, senhores! Um pedacinho do novo creme gordo Vasenol e os pés parecem a pele de um bebé. E não ficam insuportavelmente engordurados, como outros que já experimentei. Estou rendida.
Ontem à noite, a minha querida amiga D., que não me via desde o dia 22 de Maio, gritou assim que me viu: "Mas o que é que tu andas a fazer que estás esquelética??? (claro que o esquelética era uma força de expressão). Não sais desta festa sem me contares tudo!!!". A D. é uma boa amiga, e boa pessoa, que há quem nunca diga que estou mais magra, mesmo quando salta pelos olhos dentro. Bom, mas hoje veio a boa notícia. Esta semana perdi 1,5 kg! E não, não fiz nada de diferente das outras semanas, pelo contrário: esta semana cometi o meu primeiro "pecado". Sexta-feira sentia-me tao mal, tao mal, que comi um pão ao lanche! O resto foi igual. Mas a gordura, lá está, demora a sumir-se em termos de peso. Claro que já uso várias calças que há muito não me serviam. Mas ver aquele número descer é lindo!!! E sim, meus meninos (private one), nas férias o meu martírio vai continuar! Eu acho mesmo que nunca estive tão determinada a fazer alguma coisa como agora. E se aguentei, até aqui, o que tenho aguentado (este fim-de-semana foi uma verdadeira tortura), então estou preparada para o senhor N.C., a mais dura prova da minha existência! :)
id="BLOGGER_PHOTO_ID_5498145371250591602" /> Deitei-me eram 3.20 da manhã, hora a que terminou, na TVI, o filme Babel, de Alejandro González Iñárritu. Já o visto, já o tinha achado fabuloso mas acho que ontem ainda fiquei mais siderada. Que filme! Fantástico, fortíssimo, precisamente o tipo de filme que eu gostaria de realizar, se fosse realizador. Perfeito.
Eles dão carinho. Dão rebuçados, colo, fazem brincadeiras e fazem as vontades. São benevolentes, generosos, são pais duas vezes. Os avós são uma peça importante na vida das crianças e devia ser obrigatório, por lei, que todas as crianças tivessem a presença dos avós nas suas vidas (estamos a falar, evidentemente, dos bons avós, daqueles que amam, que cuidam, que querem estar na vida dos netos). Os meus filhos têm a sorte de poderem estar com três dos quatro avós. Há um que não quis estar presente mas eles têm, sobre ele, a melhor, a mais fantasiosa, a mais extraordinária das impressões. - Se calhar ele agora está na China! - dizia-me ontem o Manel. - Se calhar... - respondi.
Eu conheci todos os meus avós. Dois foram cruciais no meu crescimento, os outros dois não. De todos, a minha avó Isaura foi a mais importante. Deu-me colo, deu-me mimo, deu-me conselhos, foi companheira, cúmplice, fazia-me (vezes demais, avozinha, mas foi tão bom) bifes com batatas fritas. Quando ela morreu senti um vazio enorme. Senti-me muito só. Durante meses conseguia ouvir a chave dela a rodar na fechadura por volta das 9.30 da manhã. Ia sempre a correr até à porta. Mas não era ninguém.
Hoje é Dia Internacional dos Avós. Quem os tem, aproveite-os. Que não duram sempre. Um dia para lembrar, também, os avós que são vítimas da alienação parental. Quando um casal se separa e um dos progenitores afasta, deliberadamente, o filho do outro progenitor, os avós de um dos lados também sofrem. Muito. Porque são apanhados no meio de uma guerra para a qual não foram tidos nem achados. E perdem o contacto com os netos, que são a sua alegria. Muitos perdem mesmo a vontade de viver. Não há nada mais triste. E injusto.
Hoje é Dia dos Avós. Hoje vou pensar ainda mais na minha avó Isá. E agradeço (ainda mais) pelos três avós que os meus filhos têm a sorte de ter.
Não, não vai deixar de ser verde. Nem vai passar a chamar-se cocó no penico. Vai mudar, pronto. Por dentro. Nos conteúdos. Mas talvez não fique mau de todo. Se ficar uma porcaria, o que vale é que há imensos giríssimos por essa blogosfera fora. A ver vamos.
id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497907192049885234" /> id="BLOGGER_PHOTO_ID_5497907184048339522" /> Ora cá está mais um bonito passatempo do Cocó, desta vez em parceria com o restaurante Água e Sal, no Parque das Nações. A ideia é oferecer um jantar para duas pessoas, ao autor da mais gira frase ou quadra ou poema ou romance de 670 páginas, enviado para o email cocofralda@gmail.com. Mas, desta feita, não basta escreverem uma coisa gira. Têm de nos dizer porque é que acham que merecem ganhar este jantar. Convençam-nos de que são, realmente, os maiores merecedores de passarem uma noite a dois inesquecível. Nessa frase/quadra/poema/romance de 670 páginas só terão de incluir as palavras: "Água e sal" e "fralda". E mais uma tarefa, sem a qual não poderão vencer, ainda que a vossa frase seja a mais espectacular que já lemos na vida: têm de se tornar amigos do restaurante Água e Sal, no Facebook.
O restaurante fica em frente ao Jardim das Ondas, em frente ao rio, no edifício do Oceanário, e é muito, muito giro. O menu poderá ser escolhido pelos vencedores, que só terão de pagar as bebidas. Além da refeição, o restaurante ainda tem o prazer de oferecer uma flute de sangria de espumante com frutos vermelhos, como aperitivo.
O passatempo termina no próximo domingo, dia 1 de Agosto.
Marcelo Rebelo de Sousa, Isabel Alçada, Carlos Monjardino, Inês Pedrosa e José Luís Peixoto falam sobre os seus brinquedos de infância (ao lado dos quais foram fotografados). A não perder.
"Não é Jesus que está zangado com o Martim. É a mãe do Martim que está mais preocupada com a sua própria apresentação física do que com o bem-estar do Martim. Por favor, trate-me bem essa criança. Cuide dela a 100%. Não permita que a criança sofra mais."
Gostaram? Portanto, a puta da mãe da criancinha (eu) anda a ver se fica boazona (só pode ser uma puta, em vez de se deixar abadochar como qualquer mãe que se preze anda a ver se fica gira, a nojenta!). E de tal modo anda obcecada que deixou dois vírus entrarem nos ouvidos da criança (devia estar a pôr creme na barriga quando os vírus entraram), deixou que a criança fosse buscar um pacote de bolachas em cima do fogão, encostando a barriga ao forno (em vez de estar 24 sobre 24 horas a olhar para a criança, devia andar a pesar-se, a puta!), e ainda permitiu que as melgas picassem o menino - a grande vaca devia estar a lavar a alface enquanto as melgas devoravam o filho!
A sério... estas pessoas existem! Andam por aí, no meio da rua... e pensam, realmente, estas coisas... Às vezes perguntam-me porque é que dou espaço a estes anónimos, porque é que não apago, simplesmente, as coisas que eles escrevem. Não o faço, juro, para que vocês, gente saudável, percebam que estas pessoas existem. E têm esta mentalidade. Como quando fui 10 dias para as Maldivas e me acusaram de ser uma porca, má mãe, que abandona os filhos para ir namorar com o marido (ahhahahaahahah!). Estas pessoas acham mesmo isto. E eu fico sempre tão fascinada, mas tão fascinada, que acho que os outros também têm de saber. Aprender. Enriquecer-se com isto. Porque o mundo também tem gente desta. E é importante saber disso.
E agora vou deixar o meu filho... tropeçar e partir os queixos (lagarto-lagarto-lagarto) enquanto bebo 1,5 l de água. Pobre criança... A sofrer horrores porque a mãe está preocupada em virar a Angelina Jolie do Parque das Nações... e ninguém chama a Comissão de Protecção de Menores?
Há bocado conheci uma mãe fantástica. Uma força da natureza. Que lutou e lutou e lutou pelo seu ideal, por uma ideia feita que tinha e que não resultou. A luta dela fê-la sofrer à brava. Meteu sangue, suor e lágrimas. Literalmente. E fê-la aprender uma grande, enorme lição: no que toca à maternidade, não há teorias infalíveis. Há caminhos. Que se vão traçando e alterando, conforme corre a viagem. E que ser mãe não é o mesmo que ser aluna de uma cadeira da faculdade, onde se têm boas ou más notas. É outra coisa. Imprevisível. E por isso, também, fascinante. Adorei conhecer a M. Giríssima, bem disposta, saudável. Com uma capacidade vibrante de comunicar, de verbalizar o trauma por que passou. Mais uma vez, depois de duas entrevistas para uma reportagem (a ler brevemente, em Agosto, na revista Nótícias Magazine), termino o dia com a mesma sensação boa de que não havia absolutamente mais nada que eu quisesse fazer na vida. Conhecer gente e histórias é a melhor coisa que há.
No dia a seguir a ter-me pesado e a não ter visto o ponteiro andar para trás, mandei uma mensagem ao Dr. Pedro Choy, a dizer que estava a perder imenso volume, que era uma coisa mesmo visível, mas que o peso estava a ir devagar, o que me frustrava. Recebi uma mensagem dele, hoje, onde me dizia que é mais importante perder volume que peso. Que a gordura é mais leve que o músculo e que, no método dele, não se perde nem músculo nem água, só mesmo gordura. E que o peso acaba por ser reduzido, mas leva mais tempo. E em termos de volume, 7 cm num mês e meio, era perfeito.
Estou convencida. Em termos de perda de massa gorda, a percentagem é enorme. Gente, estou satisfeita! Vamos lá embora! Continuar com juizinho, que nada se consegue sem esforço. Já tentei várias vezes, acreditem. E sem esforço só se conseguem ilusões. Que passam num instante. Não realidades duradouras. Por isso estou em crer que é desta que vou ficar bôôôôa, bôôôôôa, bôôôôa, não comó milho mas comó chocolate, que é muuuuuito melhor.