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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Uma noite Illuminati

Oferecemos à nossa Cris um presente diferente: não lhe dissemos onde íamos e acabámos à porta de um antigo mosteiro dominicano no Rossio, onde fomos recebidos por um irmão Illuminati, de vestes compridas e máscara branca, com uma lanterna na mão, que nos deu alguns enigmas e nos levou para uma sala escura. Ali, tínhamos de procurar e decifrar pistas, saber o que fazer com números e máquinas de calcular, olhar para constelações e saber o que fazer com elas, rodar cadeados à procura do código certo para os abrir, para encontrar mais pistas que nos deixaram frequentemente à toa. Os irmãos Illuminati bem nos ligavam para ajudar mas, mesmo assim, só conseguimos sair da primeira sala para a segunda e já não chegámos à sala da vitória. Tínhamos uma hora para o fazer mas este jogo era mesmo muito, muito difícil. Faltou-nos a ajuda do professor Langdon... sacana, estava ocupado.

Já tínhamos feito outro escape game - que também oferecemos a uns amigos - e também nos tínhamos visto bastante gregos para acabar, mas este era mesmo para pessoas muito espertinhas. 

Diz que estes "escape games" estão na moda e que há pessoas que andam de cidade em cidade só para os desvendar. Gostei muito da componente cénica deste último (Escape Rossio), e acho que isto dá pano para mangas, porque permite juntar entretenimento e cultura de uma forma inteligente e divertida. 

A seguir fomos jantar - que decifrar tantos pentagramas, criptogramas, mapas de constelações, números e alfabetos dá uma   fome dos diabos. A-d-o-r-e-i.

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