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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Um vizinho que é um mimo

Sempre que vou com o cão à rua, lá está ele, à janela. Às vezes não está mal chego, mas basta esperar um pedacinho que é certo e sabido que vai aparecer. Fica na sua varanda, com as mãos na cintura, à espera de ver algo no comportamento canino que o incomode e desperte a sua ira latente. Não deve ter o que fazer na vida, o que é muito triste.
Hoje, a almoçar com um amigo, imaginávamos formas engraçadas de reagir a este vizinho que obcecou por mim e pelo meu cão:
1 - Levar uns cartazes com frases para o irritar, tipo "Arranja uma vida", e levantá-los sempre que começasse a berrar.
2 - Levar um megafone e começar a responder-lhe via megafone coisas pouco simpáticas (mas sempre educadas, que uma senhora não perde o nível).
3 - Chegar com um bastão de baseball na mão e ficar a passear o cão enquanto batia com o bastão na mão, consecutivamente.
4 - Levar uns amigos tipo 4X4 escondidos, dizer-lhe qualquer coisa como "venha cá abaixo se é homem, para falar comigo" e quando o fulano começasse a crescer para mim (coisa que era certinha que aconteceria), dar uma assobiadela e aparecerem os amigos "armários" só para lhe pedirem que voltasse a repetir tudo o que me tinha dito a mim.
5 - Pedir a um amigo do culturismo (não tenho nenhum, desgraçadamente) que fosse passar o seu cãozarrão, deixando-o escavar buracos quando ele estivesse a ver. Esperar (sentada) que ele reagisse. E, perante a sua não-reacção, dizer-lhe: "Então, senhor? Agora já não se enerva? Olhe que este cãozinho está MESMO a fazer um buraquinho…  Não é como o meu pobre vira-lata que só os cheira… Não se zanga aqui com este simpático moço?"

Foi um almoço divertido, portanto. Tenho amigos muito criativos…

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