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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Um comentário promovido a post

"Convinha que te lembrasses disso nas próximas férias, e pensasses que as férias inventaram-se para compensar todos esses bocados em que não há possibilidade de pais e filhos estarem juntos. Se te lembrares desse desabafo sincero do teu filho, pode ser que não o deixes em casa dum familiar enquanto tu e o teu marido descansam da rotina. As crianças também precisam de descanso da rotina deles".


Este comentário foi colocado no post que está em baixo por uma tal Lúcia Tavares (se é que é esse o seu nome).

Convém acrescentar que eu passo todos os anos 3 semanas de férias com os meus filhos.
Que tiro, com o meu marido, UMA SEMANA POR ANO (no ano passado um pouco mais), sozinhos, para namorarmos, para nos refortalecermos, para nos amarmos como um casal.

Estas pessoas, para quem a partir do nascimento dos filhos deixa de existir vida de casal, fazem-me pena. Muita pena. E os filhos destas pessoas também. Porque o que se ganha, numa semana longe deles, é muito. Para o casal e para eles. Que aprendem o que é o amor. Que vêem os pais chegar mais apaixonados que nunca. Enfim. Este comentário mete medo. O fundamentalismo mora ao lado de cada um de nós. E tenho cá a suspeita de que esta pessoa está mesmo muito próxima de mim.
Seja como for, este comentário promovido a post fez-me pensar no assunto e perguntar: "Ó amor, onde é que vamos para o ano?" Hummm... Vamos decidir isso.

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