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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Bilbao, dias 3 e 4

No terceiro dia desta viagem a convite do Holiday Inn, fomos ver a Ponte Vizcaya de Portugalete. Nem sabia que aquilo existia. Uma ponte que anda sozinha? Basicamente, as pessoas e os automóveis entram para a ponte, as portas fecham-se, e a plataforma suspensa (presa por uns cabos a uma estrutura) larga a atravessar a ria a toda a mecha.

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Atravessámos e, quando vi os 3 manos sentados num banco, fui a correr fotografar (sou uma chata do pior). 

Foi então que aconteceu uma coisa espantosa. Eu estava de costas para a ponte, a fotografá-los e, quando estava à espera que fizessem um sorriso aceitável, ouvimos uns gritos animados vindos da ponte. Eles riram-se, olharam para cima, gritaram também. E eu fotografei. Logo de seguida, tirei outra foto só para me certificar de que uma delas ficava bem. O que não sabia era que eles estavam a ver um homem atirar-se da ponte. E a foto mostra bem o pavor nas suas caras. Logo de seguida, voltei-me para trás e fomos todos ver: afinal era, felizmente, um tipo a fazer Bungee Jumping. Só mais tarde, ao ver as fotos, percebi que tinha tirado o retrato certo na hora certa. 

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FOTO DEPOIS BUNGEE.jpgAdoro esta foto. Tão bom!

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Lá está o maluco que provocou aquelas expressões de pânico, pendurado na ponte

 

Andámos a passear pela vila de Portugalete, que é muito querida, e acabámos a almoçar num boteco de Pintxos cheio de locais (fugimos a sete pés dos restaurantes turísticos). Mais gordices para me tramar a vida nos próximos MESES.

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Às 16h tínhamos passeio de barco (Bilboat) marcado. Foi bom para ter a perspectiva de Bilbao a partir da ria. E tirar boas fotografias (temos umas 235 fotos do Guggenheim).

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E pronto. Ontem só houve tempo para sair do Holiday Inn e ir para o aeroporto. Chegámos ao meio dia e meia e, assim, ainda houve tempo para arrumar tudo e preparar o início da semana com calma.

Adorámos esta viagem. O Holiday Inn já estava no nosso coração pela forma como sempre nos recebeu, e pelo modo como está efectivamente preparado para receber famílias, mas agora somos - claro - ainda mais fãs. Muito obrigada pela viagem, pelo acolhimento, pela disponibilidade. Bilbao é linda, deu para aprender, para descansar, deu para sermos felizes todos juntos, que é a melhor felicidade que existe (bom, também gosto de ser feliz só a dois, mas isso agora vai ter de ficar para o ano).

 

Bilbao, dia 2

No segundo dia da viagem a Bilbao, que fizemos a convite do Holiday Inn no âmbito da campanha "You're Welcome", depois do pequeno-almoço no hotel (bem bom, por sinal, com uma oferta variadíssima para miúdos e graúdos) saímos.

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Fomos passear por alguns dos sítios que tínhamos visto de bicicleta na véspera. E também fomos ao Azkuna Zentroa, antes conhecido por Alhóndiga Bilbao (quando era um armazém de vinho), e que é hoje um centro cultural e de lazer: tem cinemas, um centro de fitness, uma biblioteca, salas de showrooms, auditório, lojas e um restaurante. Em cima, há ainda uma piscina cujo fundo é transparente, de maneira que a malta está cá em baixo e vê as pessoas a nadar no tecto. O centro foi desenhado por Philippe Starck e é mesmo lindo de morrer.

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Depois fomos visitar o Guggenheim, por dentro. 

Adorei - adorámos - a única exposição permanente do Guggenheim: The Matter of Time, de Richard Serra. Brutal. São peças de aço enormes, que fazem elipses, e que, com as suas paredes curvas, provocam no visitante uma sensação de tontura, de confusão, de náusea até. Uma experiência a não perder.

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Não tivemos muita sorte com a exposição temporária e também não tivemos sorte porque o 3º piso, onde estão as obras principais do Guggenheim, estava fechado. Mas valeu pelo Serra e pelo edifício em si, que é de facto soberbo.

À saída estivemos um bom bocado no parque infantil que há ali e que é gigante e cheio de diversões modernas (nada do tradicional baloiço e escorregazinho). A Madalena adorou (e eu fiquei cheia de pena de não haver por cá disto, sobretudo nas quantidades industriais em que existe por lá).

Como a malta já estava cansada, decidimos jantar no hotel e não ir à procura de poiso. Comemos muito bem, eu um risotto e o Ricardo um bacalhau típico de Bilbao, os miúdos hambúrgueres. E, claro, dormimos como anjos, exaustos de mais um dia cheio de descobertas e experiências. Se pudesse... passava o ano a viajar. E aos que se arrepiaram por ter feito os meus filhos faltarem 2 dias à escola, digo mais: se ganhasse o euromilhões eles iam perder um ano lectivo inteirinho para andarem connosco pelo mundo. A passear, a aprender, a comer comidas diferentes, a conhecerem pessoas, costumes, tradições distintas, paisagens, monumentos, vidas. Tenho a certeza absoluta que esse ano "perdido" seria uma mais-valia absoluta nas suas vidas. Seria um ano ganho. É - a par com a construção de uma casa enorme onde caibam filhos, noras e genros e netos (para passarem fins-de-semana e férias) - um dos meus maiores sonhos.

Bilbao, dia 1

Passámos 4 dias maravilhosos em Bilbao, a convite do Holiday Inn. Fomos na quinta e voltámos ontem. Sim, os miúdos faltaram dois dias à escola. Foi a primeira vez que aconteceu porque quando marcamos férias ou escapadinhas fazêmo-lo tendo em atenção o período escolar. Mas desta vez foi um convite e, medindo os prós e os contras, percebemos que os prós eram muito superiores aos contras. Uma viagem é sempre uma oportunidade de aprender muito (o que efectivamente aconteceu). Uma viagem em família junta isso ao estreitamento de laços entre todos os membros da família (o que, mais uma vez, se verificou). Esta semana terão mais que tempo para apanhar o comboio de 2 dias de escola perdidos (mas tão ganhos).

Quando chegámos, fomos muito bem recebidos no check-in, conhecemos a directora, Sílvia, que foi amorosa e disponível, e depois só tivemos tempo de pôr as malas no hotel e fomos logo fazer um passeio de bicicleta organizado pela Tourné e chamado "Pintxos Tour". Eu levei o Mateus numa "caixinha", o Ricardo levou a Madalena numa bicicleta Tandem, os rapazes foram cada um na sua bicla. A Elke foi a nossa guia e ensinou-nos tanta coisa sobre a história de Bilbao, sobre arquitectura, sobre cultura e vida de todos os dias. Gostámos tanto que nos esquecemos de almoçar. Eram 17h quando começámos a sentir fome e foi aí que nos lembrámos: ops!!!!! E o almoço??? O único que tinha comido era o Mateus. Não houve qualquer problema. Interrompemos o passeio para comer pintxos (o nome que se dá às tapas por ali - e que são um bocadinho mais elaboradas do que as tapas propriamente ditas), o que, de resto, estava no programa (ou não se chamasse o passeio justamente "Pintxos Tour").

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Uma desgraceira total. Vou andar meses à míngua para abater todas as javardices que ingeri. À míngua e a bater perna, já se sabe.

No passeio, vimos logo boa parte de Bilbao. A começar pela Ponte Zubizuri, de Santiago Calatrava. Linda, sem dúvida, mas super polémica na cidade. Porquê? Porque o chão foi todo feito em vidro que, passado pouco tempo, começou a estalar. Além disso, com o clima chuvoso de Bilbao, o vidro transformou-se em "manteiga" com os consequentes bate-cus. Muuuuita perna partida houve por ali (agora a questão já foi resolvida com um tapete que vai de uma ponta à outra da ponte). Um terceiro problema: a ponte terminava cedo demais, não fazendo a conexão com o passeio das Torres Isozaki Atea. Para remediar a questão, o município local pediu ao arquitecto Isozaki para fazer um prolongamento da ponte, o que deixou Calatrava louco. Estavam a estragar a obra do mestre! Vai daí e processou o Município de Bilbao, por danos morais, e reclamou 3 milhões de euros. Passados dois anos de luta judicial, o tribunal deu razão a Calatrava mas a indemnização foi de 30 mil euros e não 3 milhões. Acabou-se, de vez, o amor entre Calatrava (que também foi o autor do aeroporto da cidade) e Bilbao.

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 Pedalámos muito, vimos o Guggenheim e ficámos a babar. É tão, tão, tão lindo. 

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Continuámos, vimos o Palácio Euskalduna (centro de congressos e espectáculos), que tem 90% de taxa de ocupação durante o ano (incrível como a cidade mexe!), passámos na parte da frente do Guggenheim e vimos o Puppy, uma obra de arte de Jeff Koons que me conquistou: é um cão gigante (um West Highland Terrier) todo coberto de plantas e flores, que está "sentado" à porta do museu. As pessoas de Bilbao amam o Puppy, que se transformou na mascote da cidade, e até brincam dizendo que o Guggenheim é apenas a casinha do cão. 

No verão, o Puppy fica completamente florido. Agora estava mais para o verde.

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 Assim era como ele estava

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 Assim é como ele fica

 

Fomos ainda ao Mercado da Ribeira e ao belíssimo San Mamés (estádio do Bilbao).

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Entretanto despedimo-nos da Elke, entregámos as bicicletas e fomos para o Casco Viejo (parte velha da cidade) passear e comer mais qualquer coisa antes de irmos para o hotel.

Só quando chegámos é que pudemos apreciar os miminhos que nos tinham deixado nos quartos (ficámos em 2 quartos enoooormes comunicantes): Manel, Martim e Madalena num dos quartos, nós e Mateus no outro.

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Foi boa ideia termos ido cedo para o hotel porque, em menos de nada, os quatro estavam a dormir profundamente. Bom... e nós também. A cama king size e as almofadas fofas não davam qualquer hipótese à insónia. Zzzzzzzz.

Bilbao, aí vamos nós!

O Holiday Inn convidou-nos para uma escapadinha de 4 dias até Bilbao, no âmbito da campanha "You're Welcome".

Um presente de aniversário meeeesmo gostoso!

Já fiquei muitas vezes no Holiday Inn, umas porque foi o hotel que escolhi, outras por convite. É o tipo de hotel perfeito para ir em família por todas as facilidades que oferece, como estadias gratuitas para crianças com menos de 18 anos que partilhem quarto com os pais, ou refeições oferecidas a crianças com menos de 13 anos.

Tínhamos pensado em não dizer nada aos miúdos. A ideia era acordá-los assim na base do stress, "bora, bora, temos de ir, já explicamos tudo no aeroporto!" mas depois achámos que o Manel não ia gostar de não se despedir da namorada, o Martim ia ter um ataque de pânico a achar que tínhamos sido invadidos pelo estado islâmico, e não valia a pena causar tanto bruá. De maneira que ontem às oito da noite chamámos toda a gente até à sala:

- Malta, temos de falar!

- A mãe está grávida! - disseram em uníssono.

- Nãoooooooo! [fóniiiiix] Vamos viajar. Nos próximos 4 dias não vamos estar cá. E não dizemos mais nada, escusam de perguntar!

Foi uma excitação. "Mas está calor?" "Está frio?" "É cidade?" "É praia?" "Fica longe?" "Há diferença horária?"

E nós caladinhos.

Só agora no aeroporto é que ficaram a saber que íamos para Bilbao.

Agora é desfrutar! Conhecem? Têm dicas/ sugestões/ recomendações?

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O Holiday Inn pertence ao IHG, o maior grupo de hotéis do mundo. www.ihg.com 

 

 

 

O regresso

Saímos às 10h, depois do pequeno-almoço (que saudades vou ter dos pequenos-almoços e restantes refeições sumptuosas, senhores!) e depois de um último olhar melancólico por toda aquela beleza onde fomos tão felizes e uma espécie de flashback onde recordámos os melhores momentos. O Martim até chorou, por ter de vir embora. Eu percebo-o. Só não chorei porque convém manter alguma compostura...









Queríamos chegar a Ceuta a tempo de apanhar o barco das 11.15h porque o próximo barco era só às 14.30 e tínhamos uma loooooonga viagem pela frente, mas esquecemo-nos de um pormenor. É que basta cruzar a fronteira e os ponteiros do relógio avançam logo duas horas. De maneira que quando chegámos aos barcos às 11h eram, na verdade, 13h. E a funcionária ficou a olhar com cara de ponto de interrogação para o Ricardo quando ele disse que queria seguir no barco das 11.15h. Pois. Aproveitámos para pôr gasolina (a diferença de atestar em Portugal ou em Espanha chega a ser pornográfica) e depois foi ficar à seca uma hora e meia.
O barco não era tão XPTO como o anterior mas a viagem fez-se bem. Aproveitámos para comer uma sanduíche dentro do barco, para poupar tempo, mas tivemos de voltar a parar numa estação de serviço a poucos quilómetros da entrada em Portugal, para atestar o carro novamente e para voltamos a petiscar. A seguir, foi directo. Chegámos a casa às 21h. Ou seja, levámos ao todo 10 horas (já contando com a hora e meia à espera do barco mais a hora e meia da travessia mais a paragem às portas do Algarve). Foi uma estopada mas tudo bem. Os miúdos portaram-se bem, tirando um ou outro desatino, e as típicas e insistentes perguntas "estamos quase a chegar?"
De facto, parar para dormir no Algarve é uma boa opção (que fizemos na ida mas que, no regresso, não foi possível porque o Ricardo hoje começava a trabalhar cedo e a Madalena tinha de estar na escola às 8.15 para ir para a praia).

Geralmente, tudo o que é bom passa depressa e, pelo contrário, quando estamos a apanhar uma valente seca, o tempo parece parar para nos fazer penar ainda mais. É curioso que, desta vez, aconteceu-me um fenómeno diferente: pareceu-me que estive fora mais do que uma semana. E não foi por ter sido mau! Foi por ter sido tão preenchido, por termos feito tantas coisas, por termos descansado tanto.
Recomendo vivamente este destino. E não, não ganho comissão.
Quem queira saber mais é só ir AQUI.
Aiiiiiiii, aiiiiiiii… agora vou trabalhar que sem trabalho não há dolce vita. 

As duas últimas noites

A noite de sexta-feira foi brutal. O tema era o branco e a zona do jantar estava toda a rigor, alva e com candeeiros marroquinos. Estava uma noite quente e, de repente, na areia, houve um happening.
A miudagem foi toda a correr, e mesmo a malta graúda não quis deixar de ir fotografar.
Mas era só o princípio. À tarde já tínhamos percebido que o espectáculo seria junto à piscina, porque pediram que saíssemos um pouco mais cedo (às 19h), mas não contávamos com um número de trapézio dentro de água.




Impressiona a rapidez com que este pessoal monta e desmonta tudo, a eficiência com que nascem tendas e trapézios e pistas de dança e, de repente, está tudo no formato normal outra vez. Também impressiona a qualidade dos dançarinos e trapezistas. Não são artistas contratados de fora. São os membros do Club Med que fazem tudo.
Depois deste número, abriu-se a pista de dança e foi um forrobodó. Fartei-me de dançar até pequeno Baby M começar a mostrar o seu desagrado.

A Madalena adormeceu logo depois do número de circo e ficou a dormir num cadeirão. Quando nos fartámos da rambóia, o Ricardo pegou nela e fomos embora. Acontece que o nosso quarto ficava muuuuito lá em cima - o Club Med Yasmina está distribuído numa espécie de socalco; esta festa ficava mesmo junto ao mar e o nosso quarto ficava lá no topo, com vista. Foi um vê se te avias para a carregar entre ladeiras inclinadas e escadarias. O pai fez várias paragens pelo caminho, pediu ajuda aos rapazes e eu agradeci estar grávida. :)


A última noite (sábado) contou com um espectáculo inspirado no filme Burlesque, cheio de plumas e coxas saltitantes. Mas o que mais gostei foi a homenagem, feita no final, a todos os funcionários que, durante a semana, trabalharam com afinco para que tudo corresse na perfeição. Entre os homenageados, os muito aplaudidos chefs de cozinha e empregados de mesa, que lidam com comida quando estão temperaturas abrasadoras e quando muitos deles estão em pleno Ramadão (ou seja, em jejum até o sol se pôr). Acho que esta forma de bem tratar a equipa é o principal segredo desta cadeia de hotéis que tem a característica de parecer uma grande família. Nunca vi outro sítio em que TODA a gente tivesse um ar tão bem disposto e feliz como nos dois Club Med em que já estive (Da Balaia e Yasmina). Acho que deve ser uma experiência brutal, por exemplo, para um estudante universitário trabalhar durante as férias de verão num Club Med algures no mundo.






Club Med para os miúdos: a estimular a aprendizagem da língua francesa desde 2014

Aqui há o Petit Club (dos 2 aos 4 anos), o Mini Club (dos 4 aos 11 anos) e o Club Med Passworld (dos 11 aos 17). Infelizmente, nenhum dos três quis experimentar. Não os posso censurar. Afinal, não tiveram a sorte de encontrar um único português da sua idade que também fosse para lá. Os dois únicos casais de portugueses que aqui conhecemos já tinham filhos crescidos que não alinharam, provavelmente por também não falarem francês fluentemente. Entre os nossos, só o Manel é que sabe qualquer coisa da língua. E, assim sendo, fica realmente difícil. A Madalena foi quem mais pena teve. Porque todos os dias via os miúdos passarem em filinha, a cantarem e a fazerem brincadeiras várias, a divertirem-se na piscina do clubinho. E ela a lastimar: "mas eu não percebo nada do que eles dizem…". Não forçámos. Hoje, porém, quando viu o espectáculo que os pequeninos apresentaram para os pais, suspirou: "Quando é que eu aprendo francês, para poder ir para Mini Club à vontade?"

Vir de férias e ainda conseguir imprimir vontade de aprender línguas é um dois-em-um que não esperava. Alliance Française… és bem capaz de ter ganho 3 novos membros!

@Club Med Yasmina

Desportos aquáticos (e não só...)

Hidroginástica

Polo Aquático 

Danças à beira da piscina

Kayak

Em terra, a ver os marinheiros partir

Lá vão eleeeeeees… 

Sem os manos fico aborrecida. Vou dormir a sesta (duas horas de sesta) 

Cavalos na água: como deixámos para o último dia (à portuguesa) já não conseguimos ir… Buáaaaa! 


Aqui não há mesmo como ficar entediado (isto para quem se entedie de simplesmente vegetar… Não é o meu caso).
@Club Med Yasmina


Os meus trapezistas

A Mada foi a primeira destemida. A hora dos mais pequeninos irem à Escola de Circo é às 9.15, de maneira que pensei que, ao acordá-la às 8h, ela me mandasse bugiar mais ao trapézio. Afinal não. Quando lhe perguntei baixinho ao ouvido "sempre queres ir ao trapézio?", com a secreta esperança que dissesse que não e pudéssemos todos dormir mais um bocado, gritou um "siiiiiiiiiiiim!" entusiasmadíssimo e pulou da cama como se tivesse molas.


À espera da sua vez

Só de subir aquelas escadas eu já estaria todinha a tremer… Not her...

Salta macacaaaaa! 


E depois ela conseguiu ficar pendurada pelos pés 


Ela gostou tanto, tanto, tanto que contagiou o Martim. Quando a irmã desceu, ele disse: "Se calhar afinal até vou." E ficou decidido. Uma hora depois, era o meu Martoco a subir as escadas e a mandar-se que nem um doido.
A olhar com um misto de medo e vontade


Vai, Tim!!!! 


E no final ainda deu uma cambalhota!


Artistas circenses @Club Med Yasmina

Noite 45

No Club Med todas as noites são temáticas e as pessoas vestem-se em conformidade. A noite branca, a noite azul e branca, a noite marroquina, e por aí fora. Ontem foi a noite 45. E o que é isso? Bom, quando o Club Med fez 45 anos (em 1995) alguém se lembrou de criar T-shirts comemorativas com o 45. E a partir daí, em todos os villages por esse mundo afora (e são largas dezenas), há sempre lojas onde comprar t-shirts (e acessórios) com o número 45 à frente e, na parte de trás, o nome do club respectivo. Há quem ande pelos Club Meds do planeta e coleccione t-shirts dos diferentes villages. Quando estivemos no Da Balaia não sabíamos disto mas, para a noite de ontem, não quisemos deixar de nos vestir a rigor. Comprámos t-shirts iguais para todos, com o 45 à frente e Yasmina escrito atrás.




O jantar foi diferente porque reservámos mesa num restaurante mais pequeno, para uma experiência gastronómica totalmente marroquina. Não foi fácil para os miúdos porque os sabores eram bastante exóticos e eles são para o esquisitinho mas é sempre bom que se habituem a provar de tudo. A seguir a noite foi um espectáculo. Dançámos que nem uns doidos ao comando do bailarino principal cá do sítio, que tem um ritmo brutal (faz-me lembrar o Leroy, do Fame, lembram-se?). Ter-nos-íamos divertido bastante mais se a Madalena não tivesse começado com uma birra, seguida de um sono profundo…


Logo na noite mais animada, em que a moça se podia pôr a dançar e depois sair com o seu chapéu recolhendo donativos… Damne it!