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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Parabéns!

O Diário de Notícias faz 150 anos.
Não foi no DN que comecei (comecei no Grupo Fórum, e depois na Rádio Clube de Sintra, e depois a fazer um milhão de coisas com o Pedro Rolo Duarte, nomeadamente a participar num programa semanal que ele tinha na Rádio Comercial), mas foi como se tudo lá tivesse começado. Entrei em 1997, para iniciar um projecto inesquecível chamado DNA, e saí em 2007, para iniciar a Time Out Lisboa. Foi no DN que cresci, foi no DN que aprendi, foi no DN que ouvi histórias de pasmar da boca de jornalistas da velha guarda, com memória, foi no DN que fiz as primeiras entrevistas, as primeiras reportagens. Foi no DN que fiz amigos verdadeiros, foi no DN que conheci o amor da minha vida. Ainda colaboro com o DN e, sempre que passo na Avenida da Liberdade, olho sempre, sempre para aquele edifício com um carinho e uma nostalgia enormes.
O Diário de Notícias faz 150 anos e eu sinto-me muito orgulhosa por fazer parte de dezassete deles.


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