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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Pagar o que for preciso para resgatar memórias

Tenho andado toda a semana com o coração nas mãos. Na verdade, o coração ainda não voltou para o lugar certo porque só depois de ter tudo certinho deste lado é que restauro a paz na totalidade. Passo a explicar: na sexta-feira passada, um dos computadores cá de casa morreu. Por acaso, era "SÓ" o computador que tem a nossa existência toda. Para mim, o pior de tudo eram (são) as fotografias. Sabia que tínhamos feito um backup mas o pior é que o backup já tinha sido feito em 2012. Nenhum depois disso. Ou seja, há praticamente dois anos da nossa vida, em imagens, que estão em claro risco de desaparecer. Fotografias de viagens, de férias, dos miúdos, dos Natais… de todos aqueles momentos que são passado mas se tornam presente sempre que os revemos.
Hoje, depois de alguns procedimentos caseiros (com apoio de quem sabe da coisa) sem sucesso, levámos o computador a um laboratório e ficou comprovado que o disco está danificado. No laboratório estão em crer que conseguirão recuperar o que lá está (ou parte) mas ainda sem certezas. O orçamento? Quatro dolorosos dígitos. Tão dolorosos… O preço para recuperar o passado, que é algo que - como se sabe - não volta mais.

Nota: Façam backups com regularidade… não deixem para amanhã, não pensem que é coisa que só acontece aos outros… os discos morrem, mesmo que tratemos bem os computadores. Este, aparentemente, aqueceu demais. Fritou. Não deixem as vossas memórias fritarem também.

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