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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Natal: vai ser tão lindo, não foi?

Éramos 20 à mesa, na casa dos primos. Várias mesas juntas, melhor dizendo. E foi feliz, foi realmente feliz. Um Natal de família e paz, de reconciliação e apaziguamento. Um Natal que seria mesmo perfeito se a minha irmã, cunhado e sobrinho estivessem também. Para o ano, se tudo correr bem, será mesmo perfeito e imaculado. Depois do jantar, e antes da chegada do Pai Natal, os rapazes tocaram o Jingle Bells na guitarra e a irmã cantou. A seguir, tocaram à campainha e era o Pai Natal. Pela primeira vez, o Martim não foi na conversa. Sabia que era o tio Luís. Nos outros anos, na verdade, também já sabia, mas tinha a condescendência de fingir que ainda acreditava. Só o Vasco e a Madalena ficaram deslumbrados com o velho das barbas à porta. Felizmente temos ainda o Joãozinho e o Tomás (na barriga da mãe) para continuarmos a disfarçar alguém da família, por mais anos. Acho que nós deliramos com esta fantasia, mais até do que eles.
E pronto. Mais um Natal que passou. Passa tão depressa, sempre. Acontece-me todos os anos, uma certa sensação de vazio. Tanto tempo a ouvir falar no Natal, tanta azáfama com as compras, com tudo o que é preciso, tanta festa com as iluminações, a árvore, as decorações, os fritos, e depois… puff. Já foi.



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