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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Nariz tapado, noite do diabo

O Mateus está ranhoso e, por isso, as últimas três noites têm sido do demónio.

Chora, grita, chama pela mãe.

Grita muito, muito alto.

Pede sempre o biberão. Esta noite há-de ter bebido 1 litro de água porque, de cada vez que pedia "teté" recebia um biberão cheio de água e com uma pinga de leite, para enganar. Se não o fazemos ainda vira um cachalote.

Uma coisa é não dormir aos 20 e tal. 

Outra coisa - completamente distinta - é ter 42 e estar há 3 noites sem pregar olho.

Sinto-me como se tivesse ido para o Kremlin até às 6h da manhã.

Até parece que estou de ressaca. Como se tivesse mesmo bebido.

Tenho quase a certeza que, se especialistas me avaliassem agora, diriam que não podia conduzir. Não tenho - aposto que não tenho - os reflexos necessários para uma condução segura. Estou aparvalhadinha e sinto que, se me encostar a uma parede, mesmo de pé, consigo adormecer em segundos.

Por me sentir assim, decidi não ir para o escritório e ficar em casa a... tirar das gavetas e dos roupeiros toda a roupa que já não serve ou que já não faz sentido nesta estação.

Tenho sacos e sacos e sacos e roupa espalhada por camas e no chão.

Estou a olhar para o caos e a sentir-me miserável.

Quarta-feira começam as obras cá em casa.

Tem tudo para ser uma semana incrível.

 

 

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