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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Mayday, mayday

Ainda ontem tinha estado a ler a circular do colégio, e verifiquei que o dia para ir mascarado era sexta-feira. Tudo na paz do senhor, Martim e Madalena, que por coincidência têm hoje ginástica, foram vestidos com os respectivos fatos-de-treino, o pai levou-os, a mãe ficou a tomar o pequeno-almoço. Daí a 20 minutos, o telefone. Era o Ricardo:
- Mega urgência, mega urgência!
- Ai, credo! O que foi? Um acidente? 
- Não! Todos os miúdos da infantil estão mascarados! 
- Ai… merda.
- Podes cá vir mascará-la?
- Posso, posso. Vou já.

De maneira que peguei nas tralhas, maquilhagem e roupa escolhida e tal, vesti umas calças de ganga e enfiei uma camisola pela cabeça abaixo e voei para a escola onde, de facto, estava tudo num forrobodó. Cruzei-me com 340 princesas, 250 fadas, algumas Minnies, vários super-homens, mais uns quantos índios, cowboys, polícias, ursinhos. Pedi para chamarem a Madalena - ainda apenas uma miúda de fato-de-treino, atordoada no meio de tanta gente conhecida mas estranha - levei-a para o refeitório e, em 10 minutos, converti-a numa pequena indiana (trouxe o fato da Índia, pois claro). Queria fazer-lhe o bindi (pontinho na testa) em encarnado mas ela preferiu em preto (constato agora, ao ver a foto, que ficou um bocado grande demais, mas foi a pressa). E assim ficou mascarada, com um pequeno delay e as desculpas da mãe que, pelos vistos, leu a circular do Martim a achar que era igual para todos.

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