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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Mãe fora, dia santo na loja (da mãe)

Quando estou longe de casa é que me dou conta de como eles, lá em casa, são «tantos». Eu sei que há famílias incrivelmente mais numerosas que a minha mas quando estou longe e ligo para casa sinto que há sempre mais um com quem falar, e parece que nunca mais acabam. Falo com o homem com uma entoação, com o filho mais velho com outra, com o do meio com uma diferente e com a mais pequenina ainda de mais uma maneira. Pergunto pelo trabalho do primeiro, pela escola do segundo, terceiro e quarto, e vou adaptando o discurso, do mais adulto ao mais bebé.
Agora vou dormir com uma certeza: não vai aparecer ninguém a pedir para ficar na minha cama, nem ninguém me vai acordar a dizer que tem xixi ou que não consegue dormir ou que quer água ou que teve um pesadelo. E que amanhã não vou ter de vestir ninguém nem dar pequenos-almoços, nem preparar lanchinhos, nem levar à escola. E isso, meus caros, é um sossego do caraças. (obrigada por estares aí, super-pai!)

(ah, jantei na marisqueira Sardinha e estou aqui roída pela culpa de ter comido um prego no prato, cheio de batatas fritas e ovo estrelado... mas estava muito bom. Obrigada pelas sugestões.)

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