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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Mada no seu melhor

De Itália, trouxemos para os miúdos algumas chinesices, que se vendiam na rua (esta coisa da globalização teve o mérito de fazer com que haja por cá praticamente tudo o que há por esse mundo fora, quanto mais na Europa). Uma delas era um porco que, uma vez atirado para o chão, parecia ficar esborrachado mas, depois, qual Fénix, renascia e retomava a forma inicial. A Madalena perguntou como se chamava o seu porquinho cor-de-rosa. Eu disse que não tinha nome, que teria de ser ela a baptizá-lo. É então que ela se sai com esta maravilha:
- Já sei! Vou chamar-lhe Porcofino!


(atingiram? Portofino/Porcofino? Ahahaahah)

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