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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Mada no seu melhor

Ontem, quando vimos o grupo de praxados e praxadores, a Mada ficou muito espantada e quis saber o que raio vinha a ser aquilo.

Expliquei.

Abriu muito aqueles olhos grandes e não disse coisa alguma, que é sinal de que, não tarda nada, vem aí coisa maior, seja pergunta ou afirmação. Foi pergunta.

- Eu também vou ter de aturar isto?

Ri-me. E comecei a aligeirar, dizendo que era uma forma de toda a gente ficar a conhecer-se, que se não houvesse excessos até era divertido (no meu caso foi), que se construíam boas relações, e que os caloiros estavam, na verdade, a divertir-se.

Ela ouviu tudo, com a boca muito fechada, o que acontece quando está mesmo atenta, a absorver cada palavra. Depois, olhou de novo para o grupo. Os caloiros não sorriam. Tinham as mãos atrás das costas, a cabeça baixa, ao mesmo tempo que escutavam palavras de ordem atiradas em grito. Voltou os olhos na minha direcção e eu já sabia que estava feita ao bife. 

- É. Não há dúvida de que se estão a divertir imenso. A sério que eu vou ter de aturar isto?

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