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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Há Ovar, há ir e voltar

E lá fui, a Ovar primeiro, a Vila do Conde depois. Sentadinha no banco de trás, que o G., tão querido, arranjou uma carrinha Mercedes para eu ir mais confortável, e levámos a minha irmã para me agarrar na mão caso o parto se tornasse iminente. Ao todo fizemos 730 quilómetros, entre a ida e a vinda levámos 12 horas, mas foi bom, um dia de férias bem gasto com histórias boas de ouvir, pessoas boas de conhecer, gente que nos muda por dentro. De ter estado tão sentadinha e de pernas esticadas nem uma contracção tive, nem uma dor, só aquele desconforto provocado pelas voltas que a rapariga dá, tão bruscas e violentas que chega a parecer que moram cardumes de trutas dentro da minha barriga. E agora sim, vou sossegar. Prometo. Sopas e descanso e pouco mais. Em breve a Madalena chega cá a casa. E aí é que se acaba o sossego de vez. A todos os que se preocuparam, chamaram parva, irresponsável e deram conselhos de hospitais onde desovar, caso chegasse a hora, muito e muito obrigada. A maluca já chegou a casa, sã e salva e (ainda) grávida até dizer chega.

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