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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Grand Canyon

No sábado pegámos no nosso Mustang convertible e fizemo-nos à estrada rumo ao... Grand Canyon. Demorámos duas horas e 45 minutos, sempre naquele passo lentinho para caraças, mas valeu muito a pena. O percurso é lindo, cheio de surpresas e paisagens deslumbrantes.
De um lado «Veterans Home», do outro «Veterans Cemetery».
De um lado as casas dos vivos, do outro as dos mortos. Está certo.

 

Dezenas de caixas de correio, no meio do nada.

 

E o medo de passar por esta fenda?
 

Abrutres a voar. Dezenas deles.
Não sei se estão à espera que alguém se estatele lá em baixo...
 


Skywalk
 
O Skywalk é um meio-círculo suspenso no Grand Canyon a uma altura de 1450 metros.
Aqui a menina sofre de vertigens em grande escala e ainda está para saber como raio foi capaz de se meter ali. O chão, minha boa gente, é de vidro! Ou seja, parece mesmo que se está a andar no vazio. Tive tanto pavor que chorei. O senhor que nos fotografou riu-se e perguntou se eu queria um lencinho. Sim, estava bem ridícula, com o meu nariz de super rena, a tremer por todos os lados, e agarradinha ao corrimão. A vista, porém, é de cortar a respiração. E, apesar de todo o pânico, valeu muito a pena. Ficámos lá em cima bastante tempo, a apreciar aquele colosso natural. Tínhamos lido no Trip Adviser muitos comentários negativos e estivemos mesmo para não ir. Caramba, ainda bem que fomos! É esmagador. A única coisa chata é a parte do dinheiro. Paga-se para a visita e paga-se para a fotografia no Skywalk propriamente dito. Dizem que não se pode levar máquinas porque podem cair e danificar o chão de vidro... cá para mim é só para cobrarem 30 dólares pela bela da fotografia, que vem numa pastinha toda pipi a dizer «Grand Canyon Skywalk: I did it». No meu caso, foi mesmo isso: I did it!

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