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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Gostar do que se faz

Ontem deixei os miúdos na guitarra e fui com a Madalena ao Colombo. Pela primeira vez aluguei um daqueles carrinhos enormes onde eles vão ao volante e a gente, ao menos, tem-os ali entretidos sem se queixar das pernas. Fomos tirar fotografias para as matrículas na escola e comprar o presente do amigo, que faz anos hoje. E tenho de dizer isto: fomos atendidas, na Imaginarium do Colombo, pela melhor funcionária que já alguma vez nos atendeu. Ela deixou a Madalena passar o leitor do código de barras no produto, sentou-se no chão com ela a fazer o embrulho, disse-lhe ao ouvido o valor do presente para eu pagar (como se fosse a Mada a trabalhar ali), e ainda lhe deu um crachá, no final. Senhores da Imaginarium, tratem bem a Marta Pereira (andei numa luta com o olhar para conseguir ver o nome que ela trazia num cartão, ao peito). Tratem-na bem porque têm ali uma pessoa como deve ser.


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