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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Fruta da época

O Martim esteve de molho. E agora sou eu. Depois de ter estado ontem uma hora à porta de uma escola, a fazer entrevistas às crianças que saíam, com um frio tão gelado que fiquei com o nariz tão vermelhinho como o da rena Rudolfo, estou oficialmente a chá quentinho e benurons. Tenho arrepios no corpo e vontade de ficar todo o dia enfiada no meu pijaminha polar. A Madalena está na mesma: ramelosa, ranhosa, com uma otite cerosa (tudo em osa, que é para rimar), e com uma tosse horrível que só me faz lembrar quando o Martim foi internado. A máquina dos aerossóis já saiu da caixa e ela experimenta pela primeira vez os vapores, para já só com soro fisiológico. Espero que não voltem ao nosso dicionário os Ventilans, Atrovents, e Celestones que nós, infelizmente, conhecemos tão bem.

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