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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

ePark

Mas que bela invenção, a sério. Demorei a descarregar a aplicação, nem sei porquê, logo eu que sou aquela pessoa que nunca tem moedas à mão, nem sequer dinheiro, é tudo com cartão e passo a vida desprevenida quando se trata de pagar com dinheiro real. Mas a minha amiga Inês, um dia, começou a tecer elogios à app e eu achei que, para ela elogiar assim tanto, tinha de ser mesmo bom. E é mesmo. Estacionamos o carro, vamos à aplicação (já devidamente carregada com dinheiro), escolhemos quanto tempo vamos ficar fora, seleccionamos e... vamos à nossa vidinha. Mais: se virmos que nos vamos atrasar, podemos prolongar o estacionamento por mais um tempo, a partir do telemóvel, sem termos de ir à máquina. E se, ao contrário, chegarmos ao carro mais cedo, podemos interromper o pagamento do estacionamento, sendo-nos devolvido o dinheiro em excesso que tínhamos pago.

É verdade que sempre que me vou embora, sem deixar um papelinho no tablier do carro, fico sempre com a sensação de que quando chegar vou ter o carro multado, bloqueado, rebocado. Mas até ver não. Os senhores fiscais andam com aquela maquineta que lhes mostra quem fez o pagamento via ePark.

Eu sei que isto já não é novo, mas o que querem... para mim é. Uma descoberta que veio realmente fazer a diferença e que facilita a vida de quem tem de andar pela cidade de carro, e que anda com uma saca de moedas atrás para enfiar nos parquímetros. 

epark.png

 

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