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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Dormir, acordar, stressar

Bastaram duas reviradelas na cama para perceber que, ou fazia alguma coisa por mim, ou ia passar outra noite em claro, com a cabeça no mesmo sítio. Levantei-me, tomei um drunfo jeitoso, e passado um instante tinha apagado como um calhau. O meu gajo não precisou de drogas. A má noite anterior (e o cansaço acumulado) foram suficientes para ferrar. E ferrámos ambos tão bem que só acordámos às 8h da manhã, hora a que a Madalena já tinha de estar a chegar à escola para ir com os coleguinhas para a praia. Ele grunhiu um: «Aaaah! São 8h!» Eu rosnei um: «Caga nisso,  não vai à praia». E assim foi. Claro que senhorita Madalena, em vez de acordar ao meio-dia como eu achava e desejava (todos os dias vai a dormir para a escola), não! Eram 9h e ei-la, em todo o seu esplendor, a falanzar pela casa, mimimimimimimimi. Agora estou com três crianças aqui, mais os vizinhos que hão-de estar a chegar (mas esses não chateiam nada, até ajudam a entreter os meus), e a torcer para que o tempo passe depressa e cheguem as 14h, hora a que chega a santa Emília para eu poder ir escrever para o café. Ah, como são bonitas as férias escolares!

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