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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Dia da Amizade

Diz que hoje é Dia da Amizade. E eu tenho de agradecer por ter amigos tão bons, uns tão antigos, que me acompanham desde pequenina até hoje, outros que ficaram do tempo da adolescência, da faculdade, outros que fui conhecendo quando comecei a trabalhar, e até amigos que ganhei por causa do blogue (se alguma vez imaginava isso possível…). Fui fazendo amigos em todas as etapas da minha vida e raramente deixei alguém para trás. Claro que há aqueles que ficam naturalmente com menos espaço na nossa vida, por questões várias, e depois há os que ganham um protagonismo maior por naturais compatibilidades. E há ainda aqueles que passaram por um tempo em que estiveram como que congelados (com contactos de ambas as partes apenas nos dias de anos e às vezes nem isso) e que agora, por razões diversas, voltaram à minha vida.
Já aqui o disse: durante muito tempo fui um bocado radical em relação à amizade. Achava que poucos tinham o estatuto de amigos, que os outros eram apenas conhecidos, e fazia essa destrinça sem sequer dar muitas hipóteses a que pessoas novas entrassem na minha vida. Depois, percebi que esse fundamentalismo era idiota (como todos). E abri a porta (e o coração) a uma série de pessoas que me têm feito muito feliz. Claro que continuo a ter aqueles que são os amigos de casa, com quem tenho uma relação infinitamente mais íntima, e os outros, mais ocasionais. A todos eles, num maior ou menor grau de proximidade: feliz Dia da Amizade!

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