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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Da felicidade

Ontem cheguei a casa às 19h, peguei na miudagem e nas bicicletas e lá fomos nós. Tem sido assim todos os dias, desde que não chova. E não consigo transcrever por palavras, eu que sou pessoa das palavras, o prazer que é passear com os três à beira rio, conversando e rindo, e mostrando a beleza que nos rodeia: o rio, o teleférico com a água por detrás, a belíssima ponte Vasco da Gama, o Pavilhão de Portugal - obra magnífica de Siza (que ainda hoje me surpreende e me espanta), a luminosidade única do fim do dia, tudo tão bom que me comove e me enche e me dá aquela sensação tépida da felicidade que é ser-se feliz. Às vezes penso que gostava de ganhar o Euromilhões, para poder ter um carro melhor, uma casa com piscina, todas as roupas que eu quisesse. Para poder fazer a minha revista, para poder ajudar instituições, para poder manter os meus filhos (estes e outros que ainda pudesse ter) no colégio onde estudam. Mas depois... depois tenho estes momentos e percebo que, na verdade, eu não preciso de absolutamente mais nada para ser feliz.

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