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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Consultório #6

Então e como vamos de saídas a dois? Sim, sem a criança... Só a dois. Não vale a desculpa de que não têm com quem a deixar, caramba! A menos que estejam sozinhos no mundo, sem uma mãe, um pai, uma sogra, um sogro, uma irmã, uma cunhada, uma babysitter, uma prima, uma vizinha, um ÚNICO amigo... a menos que, pronto, tenham banido TODOS os seres vivos da vossa vida haverá alguém que não se importe de ficar com a vossa cria uma hora ou duas para que possam jantar a dois, ir ao cinema, beber um copo, dançar... Ah, e não vale dizerem "ah, ela/ele não fica com ninguém!" Tá bem, abelha. Ela ou ele fica com quem tiver de ficar. Pode estranhar no início mas depois acostuma-se! Não é como se a fossem abandonar! E também não vale dizerem "Não tenho dinheiro para saídas a dois!" Tenho a solução: levam a criança para casa de quem fique com ela, voltam para a vossa casinha, onde podem jantar a dois na sala do costume, uma salada de atum. Se acenderem uma vela, ligarem uma boa música... até o atum sabe a caviar!

Agora fora de brincadeiras... é importante não nos esquecermos de que somos em primeiro lugar pessoas. Depois, casais. E, por fim, pais. Não é por sermos pais que temos de esquecer tudo o resto. Acreditem no que vos digo: é bom para nós, é bom para eles, é bom para quem fica com eles. Não tem contra-indicações. Bom... podem nascer outras crianças a seguir. Mas isso também pode ser bom! 😉

No Consultório de hoje, o pediatra Paulo Oom defende as saídas a dois. Se não o fizerem por vocês, façam por eles!

 

A minha sweatshirt (linda) é da Happy Company. As calças da Zara. As botas não me lembro. 😬

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