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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Como é mestra, a p**a da vida!

Definitivamente, este ano está a dar-me umas valentes lições sobre as pessoas. Sobre o ser humano, em geral.
Há por aí muita gente ruim. Mas conheci agora uma que violou correspondência - não só a minha, como a de um grupo valente de pessoas - e que, para ficar bem na fotografia, foi entregar toda essa correspondência a alguém que não estava incluído nas missivas. Uma conversa privada acabou pública. E com repercussões dignas de filme. Que podia ser um filme cómico, se não fosse também trágico. Quer eu, quer as outras pessoas lesadas estamos, ainda, em choque. Pensávamos nós que o tempo dos bufos já tinha passado. Mas, afinal, parece que não. Ao que parece, um bufo ainda hoje pode ver o seu gesto reconhecido e, quiçá, ser até premiado. Como o mundo é muito pequeno, e a justiça pode tardar mas nunca falha, quer-me parecer que a pessoa em questão também terá direito, um dia destes, à sua lição.
Eu? Eu, depois do embate, acabo sempre por agradecer estas coisas. Porque por muito que nos custe aprendemos sempre com tudo o que nos acontece. E este ano eu ando a aprender muito. Nem vocês imaginam quanto.

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