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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Comer, comer, comer (e beber)

América é, também, sinónimo de... comer... muito. Não o tinha sentido em Nova Iorque mas aqui, quer em Los Angeles quer em Las Vegas, é a loucura. Cada porta é cada restaurante. Dá ideia que é malta que vive para comer. Não admira, por isso, que haja taaaaaaantos obesos. Eu, se lá continuasse por mais uns tempos, ficaria muito próxima da morbilidade. As doses são absurdas, dão para duas pessoas à vontade. Os pequenos-almoços são refeições tão gigantescas que alimentam uma criatura por um dia inteiro. Um dia, um fulano quis impingir-nos um programa (a que não fomos, que fugimos a sete pés de programinhas em grupo) e dizia ele, todo contente, achando que era impossível não nos convencer com aqueles argumentos: «We transport you, we feed you!» (nós transportamos-vos, nós alimentamos-vos!) É um exagero. Também há restaurantes de qualidade, não é só junk food, e nesses é possível comer de forma racional (e pagar de forma bastante irracional).







 
 
 

Pumbas!






Olha o abusoooo!






Fat Tuesday? Fat Monday, Wednesday, Thurday, Saturday... Fat everyday!

 
Pequeno-almoço? Really?
 

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