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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Caríssimas(os):

O post anterior foi um exercício de humor e de suposição do que aconteceria hoje na consulta, quando o meu querido médico me visse já desinchada. Era só uma ficção, um «suponhamos». Seguramente por incapacidade minha em explicar-me convenientemente, deixei margem para que alguns pensassem que o meu médico ter-me-ia, de facto, dito que eu era só uma hipocondríaca e mandado para casa a chás e caldos de galinha.
Mas não. Claro que não. Se o fizesse mandava-o à favinha e arranjava outro, que também não tenho sangue de barata. Pois então, acabo de vir de lá e, como é óbvio, apesar de já muito menos insuflada, ouviu toda a história, fartou-se de escrever, apalpou-me a barriga (eu uivei como um lobo) e marcou uma ecografia de urgência já para amanhã às 8h, mais análises ao sangue. E ralhou-me um bocadinho, claro, porque deixei de tomar o Lansoprazol, que devia ser o meu melhor amigo e acaba por ser só o amigo que chamo em SOS.
O homem, por sua vez, continua aqui a tossir e a espirrar, de olhos a meia haste, ai Lurdes, Lurdes. (ver post correspondente, mais abaixo)

E é isto, aqui da casa dos enfermos (que é parecida com a Casa dos Segredos, mas em bom).