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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Bootcamp, ah pois é!

Lá fui, de novo. Hoje custou-me menos sair de casa, apesar da aragem gelada que me bateu na cara mal abri a porta da rua. Custou-me menos porque hoje não tive ocasião de parar nem um segundo, não aterrei no sofá nem por um instante. Fui almoçar com o meu homem e com o meu filho mais velho, trouxe o mais velho para casa, marquei entrevistas, fiz um programa de rádio, fui buscar o do meio à carrinha, dei lanche aos dois, levei o mais velho ao Cambridge, fui à minha consulta de gastroenterologia (vou ter de fazer ecografia para ver se os polipos da vesícula aumentaram ou não, mais um exame para sabermos se a bactéria helicobacter, que vivia no meu estômago, chegou a falecer com o tratamento que lhe demos), voltei, fui à mercearia com o mais novo, chegou a minha mãe e a mais nova, saí para ir buscar o mais velho ao Cambridge, voltei, vesti o equipamento e lá fui eu a voar para o Bootcamp.
O instrutor era o Rui, outro grande querido que decidiu lembrar-me que possuo abdominais. Já não me recordava e os meus próprios músculos da barriga também não se lembravam que existiam, coitaditos. Também não sinto as mãos, de tanta flexão executada com as patas dianteiras na pedra, cheia de pedrinhas e terra e o catatau. Vida mole, como percebem.
Amanhã à hora do almoço irei correr, acompanhada do excelso esposo. Acabou-se a ronha, senhores. Acabou-se.

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