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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Algumas notas, só para terminar

Ainda sobre o Todos Por Um. Nunca poderei esquecer o gesto nobre da Marina, do Sérgio e do Rui (Blood Oath Tattoos) que passaram todo o sábado passado fechados numa sala, a fazer tatuagens, sem ganhar um cêntimo. Cada tatuagem custava 30 euros e o dinheiro reverteu na íntegra para o Rodrigo. Deram a sua arte, o seu trabalho, o seu material e cerca de 10 ou 11 horas do seu tempo para ajudar esta causa. E isso é mesmo muito comovente.
Também nunca esquecerei aquele momento em que a hiperactiva da Sandra Alves (uma das mosqueteiras), percebendo que faltava uma inscrição para chegarmos aos 300 dadores de medula, saiu para a rua, parou um carro, e pediu à condutora que entrasse, levasse uma picadinha no braço e ficasse, assim, no banco de dadores do CEDACE. A senhora, toda bem vestida, pediu desculpa, mas ia para um casamento. A Sandra não se ficou: «Mas pode salvar uma vida. E não demora nada.»
A mulher sorriu e disse: «Ok. Vou estacionar o carro.»  E, passado um momento, arregaçava a manga de tecido delicado e tornava-se a dadora número 300, daquele dia tão mágico.

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