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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Ainda o habemus ou não habemus Papa/papa

Sobre o post dos meninos de África, houve quem dissesse que era muito fácil falar e não fazer nada para ajudar o próximo. Se era a mim que se referiam... não podia ser mais ao lado, que eu faço voluntariado e tenho a consciência absolutamente tranquila no que toca a ajudar os outros, dentro do que me é financeira e humanamente possível. Não sou de assobiar para o ar, nunca fui.
Quanto às afirmações que começavam por "um dia quando for a África..." dizer apenas que eu já fui a África mais do que uma vez, por isso não é novidade nenhuma que me dão em primeira mão.
Agora... que me agride todo o luxo do Vaticano e todo o fausto e os sapatinhos vermelhos e o anel e as jóias e os palácios em contraste com a miséria em que vive tanta gente, seja em África seja em Portugal... sim, agride, entristece, enfurece até. Não tenha nada contra ricos, atenção. Quem me dera a mim! Só acho que na Igreja há ostentação a mais.
Sei perfeitamente que há católicos extraordinários (assim como há católicos incrivelmente hipócritas, há de tudo no meio de católicos, agnósticos, ateus ou gente de outras religiões), sei que há padres de uma humanidade imbatível, sei que há pessoas extraordinariamente generosas na Igreja Católica. Sei disso tudo, não escamoteio nada disso. Já conheci exemplos comoventes de vidas que são de dádiva, de entrega. Mas... no que à questão do Papa diz respeito, repito: incomoda-me o luxo todo em redor. Porque, se bem me lembro, Jesus não tinha nada disso. E é Ele o exemplo maior da Igreja, certo?
Pronto. Era só isto.

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