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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

A minha vida é um jogo de Tetris

A Alice vai nascer e eu sigo, dentro de momentos, para Aveiro, onde vou ficar a dormir.

O resto da família fica e vai ter connosco amanhã.

Mas... há todo um jogo técnico-táctico que é preciso deixar estudado.

Hoje é preciso ir buscar o Mateus e a Madalena, a tempo de, em seguida, levar o Martim ao futebol. É preciso deixar o Manel de sobreaviso para não se pôr ao fresco porque a D. Emília entretanto sai e é preciso que ele fique com o Mateus e a Madalena, até a minha mãe chegar (depois de levar o Martim) ou o Ricardo voltar do trabalho. Também é preciso deixar tudo de sobreaviso - não virem a casa do avesso, ponham a mesa, porque os avós vêm jantar.

Amanhã, põe-se a questão do Mojito. A minha mãe não o pode passear, porque tem um almoço. Os nossos primos têm um casamento. Uma vizinha não está à vontade. Outra pessoa também não está por cá. Hummmm... Fica cá o Manel e o Martim, e vão só os outros? Levamos o cão ao nosso anjo-da-guarda Ricardo Oliveira, para o irmos buscar amanhã? Levamo-lo também para Aveiro - 2horas de viagem para lá, 2h de viagem para cá?

Estudámos todas as hipóteses e mais algumas, num laborioso jogo estratégico-coiso. Finalmente, a solução: eles partem só depois do almoço, passeiam o cão, e a seguir - mais hora menos hora - há-de estar a chegar a minha mãe para o levar à rua (que o pobre bicho não tem uma bexiga infinita). Quando nós chegarmos volta a dar um passeio.

 

Eis apenas uma pequena amostra da minha vida-Tetris. 😅

tetris.jpg

 

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