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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

A melhor bifana do país?

Ontem, antes de sair do Porto, onde fui novamente em reportagem, tive uma experiência gastronómica... diferente. O meu colega levou-me à Conga, onde - garantia ele - se comem as melhores bifanas do país, senão mesmo do mundo. Eu, que até sou menina que aprecia experimentar comidas diferentes, exóticas, esquisitas e até com ar um pouco porquito (já comi pitéus na rua, em países onde não há ASAE ou similares, que me fizeram temer não acordar no dia seguinte) confesso que ontem, ao olhar para as frigideiras onde fervilhava uma molhanga de aspecto duvidoso e ao mirar a carne crua, toda esfarelada, antes mesmo de mergulhar naquele líquido suspeito, pensei: Ui, isto vai correr tão mal...
Ele insistiu. Disse que eu era uma menina, que não sei quê, e aquilo mexeu com o meu orgulho de gastrónoma afoita. Fomos. A bifana era realmente muito gostosa. E apesar daquela sopa de molho onde fritou, nem sequer parecia muito gordurenta. Quanto a ser a melhor do país... não sei. Não fiquei convencida. Tenho de ir a Vendas Novas, para tirar teimas. Uma coisa já é, para mim, uma surpresa: não estou agarrada à retrete.
A carne crua, toda desfeita (à esquerda). As frigideiras com a molhanga

O funcionário a retirar a carne do seu banho de imersão e a colocá-la na carcaça


O meu ar apavorado, perante o cenário

A dita-cuja

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